
A capacitação foi destinadas as coordenadoras e equipe técnica dos centros coordenados pela SEPM
A Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SEPM) encerrou na quarta-feira, 7, uma capacitação sobre Projetos de Políticas Públicas para as gestoras e equipe técnica de espaços voltados para atendimentos de vítimas da violência na capital. O objetivo é otimizar a aplicação dos valores nos projetos que serão desenvolvidos, garantindo maior transparência na administração dos recursos públicos, o que reflete nos serviços prestados à população.
A professora especialista em supervisão escolar e formação de formadores de magistratura Regina Ribeiro foi quem ministrou o treinamento, que abordou temas como a concepção de um projeto para dinamizar a oferta de serviços da SEPM.
“O cuidado na elaboração garante que as aplicações dos recursos públicos sejam bem empregadas. Então é importante que eles estejam muito bem elaborados, para melhorar o desenvolvimento dos serviços oferecidos pela SEPM, ” disse especialista.
Entre os espaços coordenados pela SEPM, estão o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), o Centros de Atendimento à Mulher e a Família e do Núcleo de Acolhimento às Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais (AMA LBTI).
Para a assessora técnica do AMA LBTI, Tânia Leal, o treinamento é necessário porque os projetos fazem parte do dia a dia da instituição.
“É muito importante esse afunilamento de conhecimentos para aplicarmos de forma mais eficiente, porque, no dia a dia, temos o nosso protocolo padrão de serviços, mas quando pensamos em projetos, precisamos ser práticos e pensar nas necessidades reais das nossas acolhidas", frisou a assessora.
Novos ações
De acordo com a gestora da SEPM, Adrianna Ramos, estão em planejamento novos projetos para melhorar o atendimento e a prestação dos serviços oferecidos às mulheres vítimas ou não de violência.
“Neste momento, estamos capacitando nossa equipe técnica para que as demandas continuem sendo executadas com transparência e para que mais mulheres sejam atendidas de Oiapoque até Laranjal do Jari”, afirmou a gestora.
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