Funcionários, diretores da Caesa e o STUIAP em reunião conjunta.
Com o objetivo de estreitar laços e fortalecer medidas que serão tomadas em relação à Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), funcionários, diretores e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Urbanas do Estado do Amapá (STIUAP) realizaram uma reunião conjunta na tarde da quarta-feira, 3.
O recém-empossado na diretoria administrativa e financeira da Caesa, Luiz Monteiro, firmou o compromisso de melhorar a arrecadação atual da Companhia, afastando a ameaça de privatização dos serviços de água e esgoto.
“O governador Waldez Góes nos deu a missão de mudarmos a condição atual da Companhia para que os serviços prestados não sejam privatizados. Para isso, contamos com a colaboração dos funcionários e do Sindicato dos Urbanitários para cumprirmos esta missão”, elucidou Monteiro.
O diretor financeiro declarou que somente a melhoria no faturamento pode mudar o quadro existente na Caesa. “Para que a arrecadação melhore, trabalharemos na motivação dos funcionários e, desta forma, trataremos como prioridade os pagamentos atrasados de benefícios e colocaremos em dia os salários dos trabalhadores”, afirmou.
Valdinei Amanajás, diretor-presidente da Caesa, falou que serão propostas outras formas administrativas para enxugar as despesas geradas pela Companhia. “Sabemos e respeitamos as lutas trabalhistas dos funcionários e, assim, traremos outras medidas de contenção de gastos para que não haja cortes ou diminuição nos benefícios salariais do trabalhador”, explicou.
“Nesta nova gestão, daremos ênfase à arrecadação para que possamos honrar o compromisso com o trabalhador da Caesa. Assim, unidos com o sindicato e os funcionários, trabalharemos para que a Companhia retome o respeito junto aos consumidores e busquemos melhorar, cada vez mais, os serviços prestados pela Companhia”, complementou Amanajás.
O presidente do SITUAP, Audrey Cardoso, comentou que a abertura do diálogo entre diretoria da Caesa, o sindicato e os funcionários é o primeiro passo para que ocorram mudanças positivas. “Prezamos pelo diálogo e queremos que os funcionários sejam ouvidos, pois cada um pode dar a sua contribuição para que a Companhia saia da crise em que se encontra”, declarou.
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