
Foram distribuídos 600 kits de alimentos em Porto Grande
Neste sábado, 25, o Governo do Amapá distribuiu 600 kits de alimentos para as comunidades rurais de Vila Nova e Cupixi, no município de Porto Grande, a 103 quilômetros de Macapá. A assistência atendeu famílias em condições de vulnerabilidade social.
As duas comunidades rurais dependem, basicamente, do extrativismo mineral e, por conta disso, a maioria dos moradores está com dificuldades após a interdição do garimpo do Vila Nova, ocorrida em abril de 2021.
"Vai nos ajudar bastante durante este período em que o garimpo está fechado, porque uma das nossas maiores necessidades agora é ter comida na mesa todos os dias", contou Francisca dos Santos Serão, de 61 anos, moradora do Vila Nova.
Dos 600 kits de alimentos, 350 foram distribuídos no Cupixi, e 250 em Vila Nova.
"Pra mim, que tenho um filho de um ano e cinco meses e estava sem nada em casa, essa cesta vai garantir que a gente tenha refeições por pelo menos um mês", destacou Yasmin Sena de Oliveira, de 18 anos, moradora do ditrito do Cupixi.
De acordo com o vice-governador, Teles Júnior, que participou da ação, a prioridade do Governo é garantir a segurança alimentar dessa população que está impossibilitada de exercer a extração de minérios, que é a principal fonte de renda dos moradores.
"Estamos aqui para prestar assistência até que as atividades econômicas das comunidades voltem à normalidade. O Governo do Amapá vai estar presente nessas situações de emergência e urgência", pontuou. A distribuição dos kits de alimentos foi coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e pela Prefeitura de Porto Grande. No Cupixi, a entrega ocorreu na Escola Estadual Florença Torres de Araújo. Já em Vila Nova, foi na cooperativa de garimpeiros.
A secretária de Assistência Social, Aline Gurgel, ressaltou que o direito humano à alimentação adequada é uma demanda que o Estado sempre atende com prioridade.
"É um compromisso do Governo trazer segurança alimentar para o nosso povo amapaense, principalmente, nos lugares mais distantes. O que estamos fazendo hoje não é apenas uma distribuição de alimentos, mas sim uma garantia de direitos porque as pessoas precisam ter acesso a uma alimentação digna, especialmente, em momentos mais difíceis".
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