sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Sejusp reforça apreensão e investigação de celulares encontrados no Iapen

Desde o início de janeiro, já foram mais de 60 celulares retirados do presídio. PF investiga aparelhos apreendidos.

Marcelle Corrêa
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O trabalho faz parte das ações contínuas das forças de segurança do estado no combate ao crime organizado.
O trabalho faz parte das ações contínuas das forças de segurança do estado no combate ao crime organizado. · Foto: Ascom Sejusp

Crédito: Ascom Sejusp O trabalho faz parte das ações contínuas das forças de segurança do estado no combate ao crime organizado.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em apoio ao Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), ao longo dos primeiros 20 dias de janeiro apreendeu, mais de 60 celulares dentro de pavilhões do Iapen 

Na última sexta-feira (20), mais seis celulares foram encontrados em um dos pavilhões que abriga mais de 300 internos sentenciados. O trabalho faz parte das ações contínuas das forças de segurança do Estado no combate ao crime organizado.

"Essa ação é a segurança pública do estado dando a resposta contundente de que não vai deixar de reprimir de maneira rigorosa toda e qualquer ação criminosa que, porventura, ocorra em qualquer local do estado", disse o secretário interino da Sejusp, cel. José Mont'Alverne.

Crédito: Ascom Sejusp

Crédito: Ascom Sejusp

A ação da Sejusp aconteceu por meio da Coordenadoria de Inteligência e Operações (Ciop), Polícia Federal (PF), Polícia Militar (PM), através do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Polícia Penal, Grupo Tático Prisional (GTP) e Força Tarefa de Segurança Pública (FTSP).

Revista de rotina

Em paralelo à ação da Sejusp, da última sexta-feira, durante uma revista de rotina feita pelos policiais penais, foram encontrados mais sete aparelhos celulares no Anexo do Iapen, cela que abriga internos do regime semiaberto.

Somando as investidas da Sejusp, e o trabalho dos policiais penais, somente nestes primeiros dias de janeiro foram 65 celulares retirados de lideranças criminosas que, supostamente, estariam comandando homicídios com características de execução no estado de dentro da penitenciária. Todos os aparelhos estão sob investigação da Polícia Federal.

Crédito: Ascom Sejusp

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