sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

PM considera tranquila a desocupação de acampamento em frente ao quartel do 34° BIS

A desmobilização aconteceu na madrugada desta segunda, 9, de forma pacífica. Governo do Amapá continua monitorando as mobilizações para evitar atos antidemocráticos.

Marcelle Corrêa
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Equipes ficarão no local 24 horas, conforme determinação do governador, para que não haja a reocupação.
Equipes ficarão no local 24 horas, conforme determinação do governador, para que não haja a reocupação. · Foto: Maksuel Martins

Crédito: Maksuel MartinsEquipes ficarão no local 24 horas, conforme determinação do governador, para que não haja a reocupação.

A Polícia Militar do Amapá (PM/AP) considera tranquila a desocupação do acampamento montado em frente ao 34° BIS, na capital. A desmobilização aconteceu durante a madrugada desta segunda-feira, 9. O governador Clécio Luís determinou a medida para cumprir decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e como uma das estratégias para evitar atos antidemocráticos no estado, após o ataque ocorrido em Brasília no domingo, 8.

De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, Cel. Adilton Corrêa, o Amapá foi um dos primeiros estados do país a desmobilizar a ocupação, ainda na madrugada, que ocorreu de forma pacífica. Não houve resistência por parte das pessoas que estavam acampadas no local.

Crédito: Maksuel Martins

Um efetivo de cerca de 30 policiais militares fez a desmobilização. Equipes ficarão no local 24 horas, conforme determinação do governador, para que não haja a reocupação.

"Os manifestantes compreenderam a ordem judicial e a Polícia Militar está aqui para garantir a segurança de todos. As pessoas compreenderam que desobediência é uma contravenção penal", disse o comandante-geral.

Outras ações

Após vândalos atacarem os prédios do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto em Brasília, o Governo do Amapá enviou 20 militares para integrar a Força Nacional e, com objetivo de evitar atos antidemocráticos, também criou um comitê estratégico para monitorar mobilizações semelhantes no estado. 

Crédito: Maksuel Martins

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