
Apresentação do grupo de trabalho ocorreu na manhã desta quarta-feira, 19, no Palácio do Setentrião.
O governador, Waldez Góes, assinou nesta quarta-feira, 19, o decreto que institui oficialmente as equipes de trabalho da Transição de Governos.
Ele defendeu que, em 2023, o Estado mantenha um cenário técnico e político capaz de atrair recursos públicos e privados, que resultem em entregas de obras e serviços para a população, como ocorre no Amapá desde 2015 - um período desafiador devido à crise econômica nacional e à pandemia de covid-19.
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Uma vez o decreto assinado, o grupo formado por representantes do governo atual e do governo eleito irá desenvolver o amplo compartilhamento de dados, informações e do planejamento de políticas públicas.
O chefe do Executivo estadual evidenciou que o modelo de cooperação instituído em conjunto com o governador eleito, Clécio Luís, é fundamental para assegurar a continuidade dos serviços ofertados à população.
Captação de recursos
Waldez reforçou que, nos últimos anos, o Estado mantém um cenário onde há capacidade técnica para elaborar projetos e ambiente político com apoio parlamentar, um conjunto que amplia as possibilidades de captar recursos públicos e privados, como no caso das concessões para os serviços de distribuição de energia e saneamento básico.
As novas concessões fazem parte do Plano da Nova Economia, o que vai garantir para os próximos anos o incremento financeiro necessário para o fortalecimento econômico e social do Amapá.
“Se o Estado continuar muito eficiente na captação de recursos públicos e privados, gerando oportunidades de desenvolvimento, não tenho dúvida que o governo irá muito além, possibilitando mais entregas importantes para a população nos mais diversos setores, como saúde, segurança e educação”, pontuou Góes.
Waldez relembrou, ainda, a crítica situação fiscal superada com o planejamento iniciado em 2015, e que prepara o encerramento do atual exercício financeiro em pleno equilíbrio orçamentário.
“A próxima gestão irá receber o Estado com todos os compromissos honrados, pagamentos de fornecedores em dia e a folha de pagamento superavitária, muito diferente da situação fiscal hostil com que o recebemos em 2015”, enfatizou o governador.
Para o governador eleito, a transição governamental, que segue até o dia 30 de dezembro de 2022, possui todos os elementos democráticos, de eficiência e transparência que tornam o Amapá um exemplo nacional. Clécio reforçou, ainda, a prioridade na manutenção dos investimentos, agendas e políticas públicas que já demonstram eficácia.
“É um modelo de transição para o Brasil. Vamos dialogar sobre os avanços, problemas e soluções para o Amapá, além de produzir seminários que irão permitir à sociedade acompanhar todo esse processo, assegurando também a transparência que é um dos pilares da Transição”, argumentou Clécio.
Equipes de Transição
A Coordenação Executiva da comissão dos trabalhos de transição do governo atual é formada pelo coordenador, Marcelo Roza, e os representantes Narson Galeno; José Lutiano Costa; Joel Rodrigues; Alcir Matos; Suelem Amoras; Eduardo Tavares; Antônia Nascimento; Gilberto Ubaiara; Albanize Colares; Patrícia Barbosa e; coronel Carlos Souza.
Já a Equipe de Transição do governador eleito é formada pelo coordenador, Rodolfo Vale, e os representantes Taisa Mendonça; Nair Dias; Silvana Vedovelli; Dejalma Teixeira; Jardel Nunes; Charles Chelala; Jesus Vidal; Jorge Pires; Ilziane Laudé; Edivan Andrade; Sandra Casimiro; Emmanuel Pereira e; David Covre.
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