O documento foi assinado pela Sejusp, policiais Civil e Militar, Tjap e Ministério Público do Estado.
O Amapá ganha reforço nas ações e políticas públicas de prevenção e enfrentamento a criminalidade. Nesta terça-feira, 12, foi assinado um termo de cooperação técnica que cria o Grupo Estratégico de Combate à Criminalidade. O documento foi assinado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), policias Civil e Militar, Tribunal de Justiça (Tjap) e Ministério Público do Estado. A solenidade ocorreu no Palácio do Setentrião.
O grupo terá a participação efetiva das instituições e busca fortalecer a segurança pública. Com a formalização do grupo, a proposta é que as operações ganhem ainda mais celeridade e eficiência, reduzindo índices criminais.
A Sejusp, as policiais Civil e Militar, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público Estadual já iniciaram um trabalho integrado experimental, no primeiro semestre, que resultou em 35 mandados de busca e apreensão, com foco no combate a locais de venda de entorpecentes.
Ordem pública
Segundo o secretário de Justiça e Segurança Pública, Gastão Calandrini, é fundamental a participação do Judiciário e do Ministério Público em busca da ordem pública no Amapá. Um dos focos é reduzir o índice de reincidência que chega a 78%.
“A criação do grupo é uma das metas do Plano Estadual de Segurança Pública. Por isso, trouxemos os órgãos envolvidos para essa discussão, otimizando os trabalhos e políticas públicas”, disse Calandrini.
Momento histórico
Para o governador Waldez Góes, o grupo estratégico prevê que as polícias Civil, Militar, a Promotoria Criminal e de Justiça estejam mais próximos, discutindo as estratégias e oferecendo um resultado positivo à sociedade.
“Sabemos da competência e preparo dessas instituições. Quanto mais esforços fizermos em conjunto, mais evidentes serão os benefícios para a sociedade”, ressaltou.
A presidente do TJAP, desembargadora Sueli Pini, disse que pela primeira vez no Amapá, os órgãos de segurança pública firmam um termo de cooperação técnica para um trabalho em conjunto. “Esse é um momento histórico. Um avanço para darmos respostas mais rápidas a sociedade, quebrando a burocracia e preservando a segurança jurídica. Trata-se da união de inteligência e esforços para minimizar a criminalidade”, destacou.
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