Equipe da Casa do Artesão separando as peças que embarcarão para a Feira Nacional de Negócios do Artesanato.
Mais uma vez o artesanato amapaense ganhará visibilidade em nível nacional. Na manhã desta quarta-feira, 6, as artesãs Vera Lúcia Carvalho de Lima, Ana Paula Almeida Cavalcante e Eunice Ferreira da Rocha embarcam rumo a Olinda (PE).
Elas vão participar da XVII Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), de 07 a 17 de Julho, no Centro de Convenções de Olinda.
O espaço destinado ao Amapá terá 638 peças entre colares de sementes, chaveiros em madeira, brincos de fibra, cerâmica mineralizada, chapéus e bolsas produzidos em fibra de Tururi e ainda biojoias confeccionadas com sementes regionais.
A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) ficou responsável pela logística de transporte das peças e do espaço para exposição e comercialização no estande do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). As passagens das três artesãs foram doadas pelo Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa (Sebrae/AP).
Para participarem da Fenearte, os artesãos locais passaram por um processo de seleção, por meio de Edital de Chamamento Público. Para o artesão individual era preciso ter idade acima de 16 anos, estar cadastrado no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), com Carteira Nacional dentro do prazo de validade. No caso da entidades representativas (associações, cooperativas, entre outras) era preciso ser legalmente constituída e cadastrada no Sicab.
“É importante criar alternativas para dar visibilidade ao artesanato amapaense. A Fenearte é uma das maiores feiras do segmento no Brasil. Muitos artesãos aproveitam não só para vender, mas sim, para fechar bons negócios”, analisou a coordenadora estadual do Artesanto, Karla Marcella Fernandes Chesca.
A secretária de Trabalho e Empreendedorismo, Marciane Santo, disse que o apoio do Governo do Estado é essencial para que os artesãos possam mostrar seus trabalhos ao Brasil e ao Mundo. “Durante a Fenearte milhares de pessoas, turistas e empresários vão estar circulando pelos espaços. O artesanato amapaense é único, de qualidade e desperta a atenção pelo fino acabamento e criatividade. Creio que será mais uma vez um sucesso”, pontuou a gestora da Sete.
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