
Governador do Amapá, Waldez Góes, acompanhado do secretário de Estado do Planejamento, Eduardo Tavares, conduzindo reunião do Consórcio com União Europeia.
O governador do Amapá, Waldez Góes, conduziu a reunião do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal com o embaixador da União Europeia no Brasil, Ignácio Ybáñez, o vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos, Ricardo Mourinho Félix, e o chefe da Cooperação da Embaixada da Delegação da União Europeia no Brasil, Stefan Agne.
O encontro virtual, ocorrido nesta segunda-feira, 14, teve o objetivo de dialogar sobre a criação de planos e projetos de desenvolvimento dos estados voltados para economia verde.
Góes relembrou que os estados já apresentaram à União Europeia o Plano Estratégico da Amazônia, que é um documento base. A partir dele, foi desenvolvido o Plano de Recuperação Verde (PRV) da Amazônia Legal, desdobramento do plano estratégico, que sintetiza para os governadores medidas de transição para uma economia verde, circular de baixo carbono, alternativa para a existente.
O plano é dividido em quatro eixos: Freio ao desmatamento, Desenvolvimento Produtivo Sustentável, Tecnologia verde e capacitação, e Infraestrutura verde.
“Projetos importantes para o desenvolvimento econômico e ambiental do Amapá e de outros estados. Estamos comprometidos com a agenda da bioeconomia e vamos seguir trabalhando para criar um ciclo de crescimento que promova tanto a preservação da natureza, quanto uma melhor qualidade de vida para nossa gente”, afirmou o governador.
A Embaixada apresentou os projetos já executados. Um deles recupera terras degradas para apoiar a agricultura familiar. Ybáñez parabenizou o governador pela condução do Consórcio.
“Estamos à disposição para continuar essas agendas com o Consórcio, que é muito importante”, resumiu o embaixador da União Europeia no Brasil.
O Plano de Economia Verde é resultado de um pacto entre os 9 governadores da Amazônia Legal, feito em 16 de julho de 2021 para zerar o desmatamento ilegal até 2030, combater às desigualdades de renda, raça, gênero e de acesso à serviços básicos, gerar empregos, e renda ao mesmo tempo em que mantém a floresta em pé.
Para os recursos consolidaram um sistema de captação de recursos privados que viabilize a operacionalização da carteira de projetos do Consórcio e do PRV.
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