A reunião com o governador Waldez Góes, o vice Papaleo Paes, além de gestores e colaboradores do Governo do Amapá que atuam na ação de transposição, faz parte da agenda da presidente no Estado. O objetivo do encontro foi alinhar algumas estratégias de trabalho, reduzindo pendências para dar celeridade ao processo.
Amanhã, dia 1º, Neleide Ábila e a presidente da 1ª Câmara de Julgamento de Transposição, Flavia Bastista, vão conduzir uma audiência pública com os servidores públicos, às 14 horas, no Teatro das Bacabeiras.
A Secretaria de Estado da Administração (Sead) recebeu mais de 9 mil processos de transposição no Amapá até maio de 2015. Os documentos foram enviados para a Comissão de Análise em Brasília (DF).
Desse total, mil são de servidores que já estão na folha e foram encaminhados para outro setor, restando aproximadamente 8 mil processos para análise. Até o momento já foram julgados 3.700 processos e mais de 1.700 foram deferidos.
A expectativa da presidente da Comissão Especial é que a análise da 1ª instância do passivo de 4 mil processos restantes, sejam finalizados até dezembro, permanecendo apenas a fase recursal.
Segundo a presidente da Comissão Especial, existem dois gargalos no trabalho realizado no Amapá, que com a colaboração e apoio do Estado serão minimizados. A decisão de deferimento depende da documentação completa. “Às vezes no processo está faltando um documento simples, com uma certidão previdenciária, por exemplo”, explicou.
Outro entrave é em relação as notificações ao servidor. Quase 40% das notificações encaminhadas, via correio, são devolvidas, seja porque o endereço está incompleto ou por não localizá-lo. “Estamos alinhando a colaboração do Estado para conseguirmos notificar a pessoa de uma forma mais ágil. Resolvendo essas pendências, seguramente a análise de todos os processos serão finalizadas em 2016. O Amapá está em uma posição privilegiada. Vamos terminar de julgar o Estado antes de Rondônia e Roraima”, afirma Ábila.
Prioridade
A agenda de transposição é uma prioridade do atual Governo do Amapá e um compromisso do chefe do Executivo estadual, Waldez Góes. Para ele, a medida é um reconhecimento de um direito constitucional.
De acordo com o governador, as medidas legislativas dão amparo a esse procedimento. “A visita da presidente da Comissão Especial vai acelerar a comunicação, nivelar informações e estratégias para consolidar a transposição esse ano”.
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão divulgou na última terça-feira, 28, no Diário Oficial da União, a primeira portaria com 56 nomes de servidores pertencentes ao quadro do funcionalismo público estadual, aptos a passarem para o quadro da União. Os servidores que tiveram os nomes divulgados serão chamados pela Superintendência de Administração do Ministério do Planejamento (Samp) para a fase final do processo.
A transposição dos servidores deve gerar uma economia mensal ao Estado, em R$ 17 milhões na folha de pagamento. A medida é resultado da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 111, aprovada em maio de 2014, que dispõe sobre a opção para inclusão ou não no quadro da União.
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias de Administração no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO




