
Este ano, é a segunda vez que o Governo realiza a ação dentro da comunidade.
Nesta segunda-feira, 15, o Governo do Amapá atendeu a comunidade Vila Nova, no município de Porto grande, com mais uma ação humanitária de segurança alimentar e assistência social. Desta vez, foram alcançadas 250 famílias em situação de vulnerabilidade.
Este ano, é a segunda vez que o Governo realiza a ação dentro da comunidade. Em setembro, 300 famílias foram beneficiadas, totalizando 550 cestas entregues em 2021 - elas são compostas por 43 itens de alimentos básicos, como arroz, feijão, macarrão e proteínas que podem alimentar até 4 pessoas de uma mesma família durante o período de 45 dias.
A dona de casa Danilse Trindade, de 35 anos, que é casada e mãe de 5 filhos, foi uma das beneficiadas. Ela relatou que mora na comunidade há 27 anos e, atualmente, está no mercado informal.
“Eu fico muito feliz por mim e por meus compadres que também estão recebendo essa cesta que vai ajudar nas despesas de casa”, destacou a dona de casa.
Seu José Rodrigues, de 61 anos, divide uma casa com o seu melhor amigo. Com um sorriso no rosto também enfatizou a alegria de receber a cesta. Ele destacou que, apesar das dificuldades, ama o lugar onde vive.
“Gosto de levantar cedo, fazer meu cafezinho e ir atrás das minhas diárias para comprar a alimentação. Hoje, fiquei mais feliz ainda em receber essa cesta, pois vou dividir os alimentos com meu compadre, porque aqui é assim: a gente sempre reparte”, afirmou José.
A ação humanitária é coordenada pela Secretaria de Inclusão e Mobilização Social (Sims). De acordo com a gestora da pasta, Albanize Colares, é papel da assistência social prestar apoio à população.
“Esse atendimento socioassistencial prestado à comunidade garante a segurança alimentar e é um auxílio para que os moradores possam sair do risco social. As cestas são balanceadas e estão dentro da nutrição adequada para suprir a necessidade básica da população”, enfatizou a secretária.
A gestora frisou que várias ações humanitárias já foram realizadas pelo Governo durante o acontecimento de sinistros, como enchentes, vendavais e entre outros que colocam em risco o bem estar da população.
A interdição do garimpo que funciona em Vila Nova é um dos fatores que afetam diretamente a economia local, tendo em vista que muitos moradores trabalham como garimpeiros.
O Governo, junto à prefeitura de Porto Grande e outros órgãos competentes, trabalha para atender às recomendações do Ministério Público para que o garimpo funcione de forma regular e que a economia da comunidade seja restabelecida.
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