sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Atuação das Forças de Segurança para pacificação de áreas de risco garante tranquilidade em Macapá e Região Metropolitana

Mais de 100 agentes da Polícia Militar atuaram no primeiro dia de ações de pacificação e combate ao crime organizado; não houve confrontos.

Redação
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As ações ocorreram de forma tranquila e nenhum confronto foi registrado.
As ações ocorreram de forma tranquila e nenhum confronto foi registrado. · Foto: Arquivo Secom

Crédito: Arquivo SecomAs ações ocorreram de forma tranquila e nenhum confronto foi registrado.

O Governo do Amapá divulgou o balanço das ações de repressão às organizações criminosas, intensificadas nesta quinta-feira, 16, pela Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Mais de 100 agentes policiais militares fizeram incursões em áreas de risco mapeadas pelas agências de inteligência do Governo do Estado. As ações ocorreram de forma tranquila e nenhum confronto foi registrado.

O comandante-geral em exercício da PM/AP, coronel Petrúcio Santana, avaliou o desempenho dos agentes na operação.

“As incursões foram absolutamente bem sucedidas, com as equipes em campo para a missão principal, que é tranquilizar a população”, ressaltou.

Três homens foram presos, um deles apontado como o executor de uma organização criminosa, em posse de arma de fogo.

“O resultado se reflete em números. Nenhum homicídio foi registrado nos 16 municípios”, completou o comandante.

 

Repressão ao crime organizado

A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) anuncia cinco medidas para o enfrentamento à violência e repressão às organizações criminosas, em conjunto com as corporações da Segurança Pública. São ações já implementadas pelo Estado e que serão intensificadas:

  • Transferência de 15 líderes apenados, mapeados pelas agências de inteligência do estado, do Iapen para penitenciárias federais, em um amplo trabalho de articulação com o Ministério Público e o Poder Judiciário para a desarticulação desses grupos;
  • Ações coordenadas das agências de inteligência da Sejusp, Polícia Militar, Polícia Civil e Iapen, junto com o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes) para desmobilização das organizações criminosas e atuação estratégica das forças de Segurança;
  • Redução do expediente administrativo para reforço do contingente de agentes no policiamento ostensivo;
  • Incursões pelas equipes especializadas nos locais de maior incidência de confrontos entre grupos criminosos;
  • Articulação de ações conjuntas com a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal para integrarem operações dentro de suas competências.
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