Vale ainda ressaltar que o Estado segue uma recomendação do Ministério Público do Estado do Amapá (MPE) para que o Executivo se abstenha de realizar eventos desta natureza por conta da crise econômica e nem repasse recursos à entidades que estão em inadimplência na prestação de contas, como é o caso da Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap) – tradicional realizadora da quadra junina amapaense –, segundo o identificado pela Controladoria Geral do Estado (CGE).
A decisão de congelar repasses para eventos culturais é tomada a contragosto, pois o Executivo Estadual entende que os investimentos na cultura têm retorno social e econômicos, como a geração de postos de trabalho temporários.
No entanto, a arrecadação do Estado continua em queda e já teve perdas de R$ 280 milhões este ano. Por esta razão, o momento financeiro obriga a administração a definir prioridades com direcionamento de recursos para as áreas da educação, saúde e segurança pública.
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