
alcance é resultado de um esforço do Governo para imunizar a população da região metropolitana até as áreas mais remotas.
O Amapá chegou à marca de 402.347 mil doses de vacina contra a covid-19 aplicadas nesta quarta-feira, 2. O alcance é resultado de um esforço do Governo para imunizar a população desde a região metropolitana até as áreas mais distantes, como aldeias indígenas.
O público vacinável no estado é composto por 569.316 pessoas com mais de 18 anos. Até o momento, 304.499 dessas pessoas (53,48%) receberam a 1ª dose da vacina, 88.646 (15,57%) a 2ª dose, e 9.202 (1,61%) tomaram imunizante de dose única.
Das doses encaminhadas ao Amapá - 571.070 - o Estado já distribuiu aos municípios 563.737 imunizantes, entre CoronaVac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen.
Queda na hospitalização
A secretária -adjunta de Enfrentamento à Covid-19, Maracy Andrade, ressalta que conforme o avanço da vacinação, menos pessoas adoecem e ficam internadas.
“Observamos diminuição de 38% nos casos novos, a taxa de óbitos reduziu em 77% e o índice de ocupação hospitalar, tanto na rede pública quanto privada, teve um decréscimo de 44%”, explicou.
Maracy disse, ainda, que o número de idosos internados diminuiu bastante após o avanço do Programa de Imunização.
“67% dos hospitalizados hoje têm de 20 a 49 anos, isso significa que pessoas mais idosas, que já foram vacinadas, estão mais protegidas. Precisamos manter os cuidados e as medidas de proteção, enquanto avançamos na vacinação”, afirmou.
No mesmo período de 2020, as pessoas de 20 a 49 anos representavam 17% dos hospitalizados.
Mais recuperados e menos óbitos
O último relatório epidemiológico, divulgado pelo Coesp na segunda-feira, 2, apresenta o crescimento na curva de casos recuperados. Até o momento, já são 104.692 amapaenses curados.
Também é possível observar a diminuição de óbitos por doenças respiratórias em -77.78%. Já a taxa de letalidade do Amapá é de 1.57 em 31 de julho, bem abaixo da média nacional de 2.79.
De acordo com o Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (COESP), as medidas adotadas no combate à propagação do coronavírus, como a ampliação da testagem, o atendimento e a assistência terapêutica precoce aos infectados contribuíram efetivamente para redução dos casos de óbito por COVID-19.
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