
Governador Waldez Góes reuniu com ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e senador Davi Alcolumbre.
Em continuidade a ampla agenda com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o governador do Amapá, Waldez Góes, recebeu nesta terça-feira, 29, o ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para apresentar os projetos de parcerias estruturantes de diversas áreas. O senador Davi Alcolumbre também participou do encontro.
Entre os assuntos abordados estavam as realizações e perspectivas sobre energia, saneamento básico, infraestrutura, cultura, resíduos sólidos, poligonal histórica, porto e governança territorial.
De acordo com presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o Amapá é o maior cliente do país em quantidade de projetos. Em cumprimento da agenda, o gestor visitou obras com financiamento do banco e conheceu locais de potenciais investimentos, como a Fortaleza de São José de Macapá, que receberá recursos não reembolsáveis para restruturação.
“Essa nossa visita é muito especial porque ela mistura uma série de momentos e sentimentos. Pudemos discutir e trabalhar com Estado e prefeituras vários projetos em andamentos no Amapá, principalmente em relação ao saneamento básico”, disse Montezano.
Na ocasião, o governador Waldez enfatizou a importância do Tesouro Verde no mercado financeiro, que tem um alto potencial para colaborar no desenvolvimento do estado. Durante a apresentação, foram destacados o Amapá como um dos menores índices de desmatamento do planeta.
“Destacamos projetos nas área de saneamento, energia e infraestrutura que farão a diferença na vida de milhares de pessoas. O cuidado que temos com o meio ambiente também foi tema da nossa reunião”, comentou Góes.
Em relação ao saneamento básico, um dos principais pontos da agenda, o ministro Rogério Marinho destacou a concessão da Companhia de Água e Esgoto (Caesa), que deve trazer melhorias na qualidade de vida com diminuição da pressão na Saúde Pública e mortalidade infantil.
“Esse projeto será oferecido a iniciativa privada em setembro e vai permitir que o Amapá, nos próximos 12 anos, consiga a universalização da água e esgoto. É um investimento de mais de R$ 3 bilhões e 90 mil empregos que serão gerados”, frisou.
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