
Governo do Amapá é responsável pela distribuição das vacinas com a logística de transporte e armazenamento.
A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) divulgou nesta quinta-feira, 20, que o Amapá atingiu o número de 50.411 pessoas que receberam a 2ª dose contra a covid-19. Ainda de acordo com o levantamento, 114.243 foram vacinados com a 1ª dose.
Ao todo, o Governo do Amapá distribuiu 242.420 doses para os 16 municípios cumprirem o cronograma de imunização, que conta com três tipos de vacinas: Pfizer, Coronavac e a AstraZeneca.
O Estado e as prefeituras também armazenam um quantitativo de reserva técnica para qualquer tipo de eventualidade, caso seja necessário a reposição após perda durante acidente no transporte ou outro motivo.
Estratégias para imunização
O governador do Estado, Waldez Góes, articula com as entidades responsáveis a aquisição de mais três tipos de vacinas (Sputnik V, Butanvac e Janssen) para ampliar a cobertura vacinal no Amapá.
Esses imunizantes ainda não receberam aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil, mas o Governo do Estado já adiantou as articulações para garantir um quantitativo para a população amapaense.
O Executivo estadual é responsável pela distribuição das vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde (MS), com a logística de transporte e armazenamento. Cada tipo de imunizante tem um acondicionamento específico, com destaque da Pfizer, que precisa ficar em temperaturas entre -90ºC a -60ºC.
Além de vacinas, o governo também distribui seringas e agulhas para realizar os procedimentos.
Importação da Sputnik V
O Governo do Amapá moveu uma ação, em caráter de urgência, no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Anvisa autorize a liberação da Sputinik V, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Rússia.
Waldez Góes assinou em março o contrato de compra direta de 450 mil doses da Sputinik V. Mas, no dia 27 de abril, a Anvisa anunciou que a importação da vacina não foi aprovada para uso no Brasil.
Já no dia 10 de abril, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, exigiu que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária informe, em 48 horas, e de maneira pormenorizada, quais os documentos faltantes para uma análise definitiva do pedido de autorização excepcional e temporária de importação e distribuição da Sputnik V.
Ao Supremo Tribunal, a Anvisa anunciou que os dados sobre qualidade, eficácia e segurança precisam ser juntados ao processo de pedido de compra para decidir sobre “importação excepcional e temporária” de doses da vacina.
Um dos primeiros países a usar a Sputnik V foi a Argentina, que começou a vacinar com o imunizante russo ainda em dezembro de 2020. O Paraguai, a Venezuela e a Bolívia também aprovaram a vacina em janeiro. Fora do território latino-americano, já aprovaram a exportação e uso da vacina, além da própria Rússia, países como a Bielorrússia, Sérvia, Argélia, entre outros.
- Área
- Comunicação
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias de Comunicação no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO





