As inscrições, que iniciaram à meia noite desta quinta-feira, 19, estão abertas no site de Processos Seletivos do Governo do Estado do Amapá www.processoseletivo.ap.gov.br. Para o cargo de monitor social é necessário ter o curso de vigilante.
A jornada de trabalho é de 40 horas semanais. Os contratos terão validade de 1 ano, prorrogáveis por mais 1 ano. Os contratados serão lotados nas cinco unidades da Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria): Centros de Internação Provisória (CIP), Socioeducativo de Internação (Cesein), de Internação Feminina (Cifem), de Semiliberdade Masculina e Feminina e Abrigo Casa Ciã Katuá.
Segundo o edital, o certame terá três fases. As duas primeiras – inscrição e apresentação de documentos – pontuarão os candidatos. Na inscrição, o concorrente deverá preencher um formulário, cujas informações contarão pontos.
Já na segunda etapa, prevista para os dias 2 e 3 de junho, os candidatos deverão comprovar documentalmente os dados apresentados na primeira fase e apresentar o currículo. Uma comissão de seis membros nomeada conforme o Diário Oficial do Estado será responsável por fazer a análise curricular e seleção. A equipe é formada por assessor jurídico, pedagogo, coordenadores de ações sociopedagógicas e gerentes de medidas socioeducativas.
A terceira etapa corresponde ao curso de formação e educadores e monitores, que será aplicado pela Escola de Administração Penitenciária (Esap) na Academia de Instrução, Formação e Aperfeiçoamento (Aifa).
De acordo com diretora-presidente da FCRIA, Alba Nize Colares, a instituição optou por um processo seletivo simplificado em razão do fim dos 64 contratos de educadores e monitores sociais, cuja validade é até 30 de junho deste ano e não serão prorrogados. “Além disso, a falta de recursos financeiros para realização um concurso público nos fez optar pelo processo seletivo”, reforçou a diretora.
Segundo ela, as 70 vagas são inferiores à real necessidade de quantitativo destes profissionais. O Ministério uma recomendou a contratação de 209 profissionais. Contudo, a crise econômica impede um número maior de contratações.
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