
Governador Waldez Góes e o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas, reuniram-se para definir estratégias de assistência social
Em com órgãos federais, o Governo do Estado atua em um plano de trabalho para garantir serviços essenciais à população amapaense, que sofre com o apagão causado por um incêndio na subestação da empresa Isolux – contratada pelo Governo Federal para conectar a rede de distribuição do Amapá ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Nesta sexta-feira, 6, o governador Waldez Góes e o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas, reuniram-se para definir estratégias de assistência social.
Pela manhã, um decreto de estado de emergência foi assinado, para acesso a recursos emergenciais para garantir a distribuição de água potável, instalação de geradores de emergência, distribuição de combustível para alimentar os geradores, entre outras medidas.
Waldez ressaltou que desde o primeiro dia do sinistro, o estado cobra celeridade do Governo Federal para o reestabelecimento da energia.
“Estamos atuando em duas frentes, uma na cobrança para o reabastecimento, outra para garantir serviços essenciais para a população amapaense, como a distribuição de água e as unidades de saúde em funcionamento”, afirmou Góes.
Durante a reunião, o Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas, informou que o governo federal disponibilizará recursos para auxiliar o estado na execução das ações emergenciais.
“Estamos preocupados com o socorro e assistência as pessoas. Vamos liberar recursos para contratação de geradores, alugueis de caminhões pipas e aquisição de combustível, que estarão disponíveis a partir de terça-feira, 10, para que o estado execute”, informou Lucas.
Abastecimento de energia
O secretário-adjunto nacional de Energia, Domingos Andreatta, informou que está em andamento o processo de tratamento do óleo – filtragem e purificação – utilizado para colocar o transformador da subestação Isolux em funcionamento. Assim que este procedimento for concluído, iniciarão os testes para energização da rede. Segundo Andreatta, assim que o transformador entrar em operação, as cargas prioritárias começarão a ser atendidas.
A expectativa é que isso ocorra neste sábado, 7.
Outra frente trabalha no transporte de maquinários para complementar a carga de energia, o que leva em torno de 5 a 7 dias para chegar ao Amapá.
“Temos uma sequência de procedimentos para solucionar o problema. De imediato, estamos tentando fazer o transformador entrar em operação ainda este sábado. Também temos um transformador que virá de Boa Vista, que pesa 100 toneladas, por isso, exige uma logística maior para transporte, desde a desmontagem e montagem que deve levar em média 7 dias”, explicou Andreatta.
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