
Setores de comércio e serviços foram os maiores responsáveis pelas oportunidades de trabalho.
O Amapá registrou em setembro 450 novas contratações com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Este é o segundo mês consecutivo que o estado apresenta saldo positivo de empregos formais.
Em agosto, o Caged divulgou que o Amapá teve 463 contratações com carteira assinada. Além desses dois meses, o estado havia registrado saldo positivo também em junho, com 46 novos postos de trabalho.
De acordo com a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), o resultado deve-se principalmente a reabertura gradual e responsável adotada pelo Governo do Amapá em meio à pandemia, pois os setores de comércio e serviços foram os maiores responsáveis pelas oportunidades de trabalho.
"É importante destacar que a construção civil, especialmente por conta das emendas parlamentares e investimentos do gorveno com recursos do BNDES, tem sido determinante para estes números positivos. A pandemia continua sendo um desafio, mas o Amapá tem feito o dever de casa, com inúmeros programas de estímulo à retomada responsavel", disse o secretário da Seplan, Eduardo Tavares.
Menor desemprego
O pacote econômico criado pelo Governo do Estado para o período da pandemia e a atuação da construção civil, financiada com recursos da bancada federal, foram decisivos para o Amapá registrar queda na taxa de desemprego no segundo trimestre de 2020.
Este levantamento foi feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e compara os índices do 2º trimestre com os três primeiros meses do ano.
Ainda de acordo com o estudo, apenas dois estados tiveram queda na taxa de desocupação. O Amapá teve a maior redução com índice de -5,8%, seguido pelo Pará com -1,6%. Outros 11 estados registraram aumento de desemprego e 14 se mantiveram estáveis.
Para este índice positivo, o Governo do Amapá investiu mais de R$ 68 milhões de recursos do Tesouro Estadual, com medidas do pacote econômico que prorrogaram por 90 dias o prazo para pagamento de tributos e taxas, e também garantiu a isenção de alvarás do Corpo de Bombeiro Militar.
O equilíbrio fiscal beneficiou 37 mil empreendedores. As medidas ajudaram a manter os quadros de funcionários durante as restrições de atividades estabelecidas por instituições de saúde, como orientação de segurança contra a covid-19.
Com as medidas, foi possível parcelar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e adiar o pagamento de tributo do Simples Nacional. Também, o governo prorrogou todos os prazos do pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), relativo ao exercício de 2020.
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias de Comunicação no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO




