De um lado uma comunidade satisfeita e de outro uma corporação revigorada. “Tivemos que deixar esse prédio devido às péssimas condições do local. Foram três anos que pareciam intermináveis. Fomos para um prédio alugado que não tinha estrutura para comportar a nossa corporação. Não tínhamos sequer um espaço para interagir com a comunidade. Voltar pra cá é poder ter qualidade de trabalho e executar nossa missão próximo da população”, disse a sargento Andréia Lobato.
Levar o Batalhão de volta ao seu local de origem só foi possível por meio de uma decisão política aliada a muito trabalho. “O governador determinou que o batalhão retornasse, e assim, foi cumprido. É direito do povo ter segurança pública e nós estamos aqui para servir nosso povo e a nossa cidade”, destacou o comandante da Polícia Militar do Amapá, coronel Carlos Souza.
Mais que uma promessa de campanha o retorno do Batalhão significa mais segurança para a população. "Estamos cumprindo um compromisso. Uma comunidade inteira esperava por este momento. Esse prédio é mais que um investimento em segurança pública, é garantia de melhores condições de trabalho aos nossos policiais, resgate de vidas, ressocialização, é, acima de tudo, respeito pelo povo”, compartilhou o governador Waldez Góes.
Mais investimentos
Durante a cerimônia também foram entregues 18 viaturas para a segurança pública. Mas os investimentos não param por ai. O secretário de Justiça e Segurança Pública, Gastão Calandrini, informou que ainda neste semestre serão entregues o posto policial da Ilha de Santana, um Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) em Vitória do Jari, uma delegacia no Distrito de Fazendinha e 41 novas viaturas.
6º Batalhão da Polícia Militar
O 6º Batalhão da Polícia Militar é comandado pelo tenente-coronel Cláudio Braga. Está localizado na Avenida Rio Xingú, no bairro Perpétuo Socorro. O efetivo que integra o batalhão é de 200 militares, responsáveis pelo policiamento de 16 bairros da capital, nas modalidades a pé, com viaturas, motocicletas, além do policiamento escolar em 53 unidades educacionais.
A reestruturação do prédio contou com obras internas e externas que incluíram a troca de piso, substituição da rede elétrica e hidráulica, reforma da cobertura, redimensionamento e equipagem de banheiros e alojamentos, recapeamento de calçada e muro, construção do corpo da guarda e readequação da reserva de armamento, além da pintura do local.
Com o retorno ao prédio próprio, também serão retomados projetos sociais que são executados em parceria com a comunidade, como o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) e o MMA Forte, atendendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, potencializando os efeitos positivos do modelo proposto.
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