
Técnico da SVS auxiliando funcionário da SEMUSA
A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) iniciou nesta quarta-feira, 12, uma capacitação dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Mazagão (Semusa). Durante três dias, os trabalhadores vão ampliar o conhecimento sobre a utilização de sistemas de cadastro de pacientes de covid-19.
Os profissionais passarão por uma reciclagem para aprender a utilizar as novas ferramentas dos sistemas e-SUS VE, que cadastra pacientes de covid-19; Sivegripe, que cadastra pacientes de Síndrome Respiratória Grave Aguda (Srag); e do Sistema de Mortalidade (SIM), responsável pelo registro de dados de óbitos. Mazagão é o terceiro município a receber a qualificação, Cutias e Tartarugalzinho já foram atendidos.
Os sistemas são de extrema necessidade para que o Ministério da Saúde possa captar dados durante a pandemia, e, assim, ter acesso a informações como o número de casos novos e o quadro clinico dos pacientes já infectados. Esse conjunto de dados permitirá estudos mais específicos sobre, por exemplo, taxa de risco e de mortalidade.
A diretora de Vigilância em Saúde, Iracilda Pinto, conta que a necessidade de se realizar a reciclagem surgiu para ajudar na celeridade de divulgação de dados através do sistema. Ela explica que a SVS está com uma força-tarefa em alguns municípios que necessitam de apoio para atualizar as informações.
“Quais são essas informações? São para encerrar o caso, para sabermos qual a classificação pela qual ele foi encerrado, se, por conta do quadro clinico, epidemiológico, laboratorial ou de imagem, esses casos já foram recuperados, se evoluiu para cura ou para o óbito. E nós temos três sistemas para isso, o e-SUS, o Sivegripe e o SIM”, disse Iracilda Pinto.
A coordenadora de Vigilância em Saúde de Mazagão, Maria Ilza Santos, falou sobre a importância do suporte.
“É importante o suporte na atualização do sistema do e-SUS VE, diante da importância de nós termos esses dados atualizados, para que possamos saber o real quadro clínico e epidemiológico do município, bem como contribuir com o registro do estado e do Ministério da Saúde”, afirma Maria Ilza.
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