
Centro Covid HU disponibiliza leitos intensivos, clínicos, para indígenas e pediatria.
O Amapá reduziu para 62% a taxa de ocupação de leitos nas oitos unidades da rede estadual de Saúde com tratamentos voltados para a covid-19. A informação foi atualizada neste sábado, 13, pelo Governo do Estado.
Conforme levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a diminuição do índice é resultado da ativação dos leitos no Centro Covid HU, que funciona Hospital Universitário, e as medidas de isolamento social, entre elas o lockdown.
“A taxa de ocupação de leitos é um dos nossos indicadores mais importantes, que nos auxilia em tomadas de decisão e formulação de medidas mais eficazes”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Juan Mendes.
Atualmente, o Governo do Amapá oferta 274 leitos, sendo 215 já ativos e 59 contingenciados para suporte de possível demanda de transferência de pacientes.
Os leitos pertencem às seguintes unidades:
- Macapá: no Centro, Covid 1 oferta 22 leitos de UTI; na zona norte, o Covid 2 tem 10 leitos de UTI e 40 clínicos; Covid HU oferta 15 leitos de UTI, 23 clínicos, 8 da pediatria e 4 da ala indígena; unidade de triagem avançada no HE possui 9 leitos intensivos;
- Santana: Covid 3 oferta 24 leitos de UTI e 20 clínicos;
- Laranjal do Jari: UPA possui 6 de UTI e 13 clínicos;
- Oiapoque: Hospital Estadual possui 3 leitos de estabilização e 10 de suporte clínico.
Quarentena com novas regras
Com a assinatura do Decreto nº 1878, o Estado prorrogou até o dia 30 de junho a quarentena com a suspensão das atividades e eventos em todo o Amapá, como forma de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.
O documento também estabelece critérios de segurança sanitária a serem regulados pelos municípios para a retomada de forma responsável e gradual das atividades econômicas e sociais.
De acordo com o secretário Juan Mendes, a população e os municípios precisam manter as orientações do Estado relacionados a prevenção e controle da pandemia. Ele destaca que a diminuição no número de internados pela Covid-19.
“Houve redução na procura de serviços de saúde influenciado pelo protocolo terapêutico precoce, além dos efeitos do lockdown que conseguimos evitar entre 14 mil a 20 mil novos casos”, finalizou o gestor.
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