sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Governo do Amapá reforça segurança de dados em seus sistemas digitais contra ataques cibernéticos

Prodap implantou ferramentas como um analisador de vulnerabilidade que pode gerar evidências para investigação de incidentes cibernéticos.

Redação
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O Governo do Estado possui sistemas digitais voltados para servidores, empresários e cidadãos como o Portal de Serviços do Amapá, lançado no fim de maio. Para ampliar a segurança desses sistemas, na última terça-feira, 9, o Estado implantou novas soluções para seu parque tecnológico.

A implantação das ferramentas foi conduzida pelo Centro de Gestão da Tecnologia da Informação (Prodap).

O coordenador de segurança de informação do Prodap, Danilo Vaz, explicou que, nos últimos meses, os ataques cibernéticos têm afetado órgãos governamentais, ocasionando prejuízos, como dificuldade em prestar serviços ao cidadão.

De acordo com Vaz, períodos, como finais de semana e feriados nacionais, são os preferidos pelos hackers.

“Por isso, na quarentena, intensificamos o monitoramento e adotamos outras ferramentas para dar mais garantias ao nosso parque tecnológico e aos serviços”, reforçou o coordenador.

As medidas executadas pelo Centro de Gestão da Tecnologia da Informação (Prodap) asseguram a adequação às regras previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil.

“A segurança digital é uma estratégia da gestão para garantir a segurança dos dados governamentais e a disponibilidades dos serviços ao cidadão”, destacou o diretor presidente do Prodap, Lutiano Silva.

Novas ferramentas

Uma das ferramentas implantadas foi um analisador de vulnerabilidade, de última geração. Ele serve para gerar evidências que servirão para investigar incidentes cibernéticos sobre os diversos sistemas computacionais geridos pelo Prodap, como por exemplo, autenticação de firewall, auditoria e intrusão.

Outra solução é o anti-spam. O spam, em geral, é um e-mail ou conjunto de e-mail maliciosos e duvidosos enviados para os usuários com objetivo de promover propagandas ou obter dados pessoais do receptor da mensagem.

Essa ferramenta funciona como um “filtro” que seleciona as mensagens eletrônicas e combate as ações maliciosas para garantir a segurança de navegação do usuário no e-mail institucional.

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