
Visitantes se encantaram com a exposição ocorrida em um shopping de Macapá
O Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) realizou no fim de semana uma exposição de serviços e equipamentos em um shopping da zona sul de Macapá. Em três dias o público pode conhecer uma parte do trabalho dos servidores do sistema penitenciário. A exposição iniciou na sexta-feira, 25, e encerrou domingo, 27.
O convite para realizar a exposição partiu do próprio shopping, como forma de reconhecimento aos profissionais da segurança pública, O Iapen viveu, pela primeira vez, a experiência de mostrar seu trabalho em uma exposição que reuniu a Segurança e Intervenção Prisional, Monitoramento Eletrônico, Tratamento Penal, Escola Penitenciária, em um ambiente que mostrou várias facetas do serviço penitenciário.
O Grupo Tático Prisional (GTP) chamou a atenção dos visitantes que puderam observar, tirar fotos e conversar com quem trabalha na linha de frente da intervenção prisional. O grupo é responsável pelas ações de intervenção prisional, escolta prisional, contenções, retirada de preso das celas e gerenciamento de crises dentro do sistema penitenciário. O GTP conta atualmente com 40 agentes penitenciários qualificados pelo Curso de Operações Penitenciárias Especiais.As tornozeleiras eletrônicas da Central de Monitoramento Eletrônico do Iapen (CME) também aguçaram a curiosidade dos visitantes, que puderam tirar dúvidas. A CME monitora atualmente 175 reeducandos.
Os objetos e brinquedos de madeira produzidos por apenados, na marcenaria da penitenciária, encantaram crianças e adultos pela qualidade das peças, gosto e preços acessíveis.O Coordenador do Tratamento Penal José Antônio Nunes observou que foi um momento muito especial para mostrar à sociedade uma parcela do trabalho de ressocialização de presos.
No domingo, 27, o público pode observar a ação da Spark, dispositivo elétrico incapacitante que dispara dois dardos com carga elétrica de 50 mil volts/2,8 miliamperes, capazes de neutralizar sem causar lesão permanente ou morte. A postila é utilizada em situações que exijam o uso escalonado da força, garantindo segurança tanto ao agente penitenciário como ao preso.
Para o diretor do Iapen, Lucivaldo Costa, foi uma oportunidade de aproximar o instituto da sociedade.
“Muitos visitantes não conheciam esse trabalho, que começou em 2003 com a chegada dos primeiras concursados, Dezesseis anos depois são esses funcionários de carreira que estão dando uma cara nova ao Iapen, com foco na humanização e ressocialização, sem abrir mão dos avanços em segurança e tecnologia”, frisou.
Veja abaixo o vídeo institucional sobre a exposição.
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