A secretária explicou que o NAT vai estabelecer novas práticas, estratégias de diálogo e construção de soluções para os usuários do sistema de saúde do Estado, que não conseguirem atendimentos. "O NAT vai contribuir para evitar a judicialização da saúde. Na maioria dos casos, nós só temos conhecimento do problema quando somos acionados judicialmente e é isso que queremos evitar", explicou.
Estiveram presentes à reunião, conduzida pelo desembargador Carlos Augusto Tork de Oliveira, os juízes Liége Cristina de Vasconcelos Ramos Gomes, Mário Euzébio Mazurek, Antônio Ernesto Amoras Collares, Keila Christine Banha Bastos Utzig, Paulo Cesar do Vale Madeira, das Varas Cíveis e de Fazenda Pública (CVFP); além do promotor André Araújo, do Ministério Público do Estado, e Roberto Bauer, presidente do CES.
A implantação do núcleo também vai gerar economia para o Estado. As ordens judiciais para realização de exames ou cirurgias, por exemplo, resultam em um custo muito alto, pois a concessão de liminar é apresentada à secretaria com valores de mercado e não da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta para a criação do NAT ainda será encaminhada para aprovação do Conselho Estadual de Saúde (CES).
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