sábado, 17 de outubro de 2026

SAÚDE

Com caracterizações extravagantes, voluntários levam música a crianças internadas no HCA

Hospital recebeu três projetos que proporcionaram música, dança e brincadeiras para os pequenos, com o fim de alegra-los.

Redação
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Cerca de 30 voluntários percorreram todas as enfermarias da unidade
Cerca de 30 voluntários percorreram todas as enfermarias da unidade · Foto: Elmano Pantoja

Crédito: Elmano Pantoja/SesaCerca de 30 voluntários percorreram todas as enfermarias da unidade

O Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) recebeu, na tarde desta quinta-feira, 22, três projetos lúdicos, que alegraram os pequenos internados na unidade. Com violões, brinquedos e caracterizações extravagantes, voluntários levaram música, dança e brincadeiras para as crianças.

Integrantes dos projetos Musicoterapia - que também leva ações para a psiquiatria do Hospital de Clínicas Alberto Lima (Hcal) -, Forma de Amar e Espalha Amor se dividiram para que nenhuma criança ficasse de fora. Cerca de 30 voluntários percorreram todas as enfermarias da unidade.

Crédito: Elmano Pantoja/Sesa

Segundo Dora Makathiney, que coordena o Musicoterapia, o sorriso de cada criança é “extremamente gratificante”.

"Às vezes, as pessoas pensam que nós estamos ajudando a essas crianças, mas, na verdade, são elas que nos ajudam. Toda criança gosta de correr, brincar, pular, e, internadas, não podem fazer isso. Então, poder estimular um sorriso ou momento alegre, é bem legal e gratificante", falou Dora.

Essa é a segunda vez que o HCA recebe ações lúdicas, de voluntários. De acordo com o diretor da unidade, Ubiratan Martins, esses momentos ajudam até mesmo no processo de recuperação dos pacientes.

“As crianças precisam estar felizes para sentirem-se bem, e é esse o propósito. Ações como esta são muito bem-vindas aqui. Inclusive, estamos organizando para retomar uma que antes era realizada pelo próprio hospital, que é disponibilizar uma sala para fazer uma videoteca", disse.

Crédito: Elmano Pantoja/Sesa

Para a mãe da pequena Hádria, Josimari Trindade, a visita dos voluntários é muito legal, e levou ânimo até para ela.

"Nenhuma criança quer ficar em um leito de hospital. Minha filha estava aqui, triste e abatida, e eu, mais ainda, em vê-la assim. Fiquei feliz em ver o sorriso no rosto dela com essa programação", considerou.

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