sexta-feira, 16 de outubro de 2026

BOMBEIROS

Defesa Civil Estadual vai ao Jari avaliar situação de emergência

Prefeitura de Vitória do Jari já decretou situação de emergência, pois com apenas 30cm acima do nível normal, o rio inundou ruas e casas.

Redação
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As comunidades rurais de Itapereira e Jarilândia são as mais atingidas até agora
As comunidades rurais de Itapereira e Jarilândia são as mais atingidas até agora · Foto: Cedec

Crédito: CedecAs comunidades rurais de Itapereira e Jarilândia são as mais atingidas até agora

Uma equipe da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cedec) segue viajem nesta quarta-feira, 22, para a região sul do Amapá para prestar auxílio aos moradores que já começam a ser afetados com a elevação do nível do Rio Jari nos municípios de Laranjal do Jari e Vitória do Jari. Em Vitória, a prefeitura já decretou situação de emergência porque lá o rio alcançou mais de 30 cm cima do nível normal.

Técnicos da Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), também devem se deslocar esta semana para fazer o cadastro das famílias e outras ações. Enquanto isso, a Defesa Civil Municipal está levantando a quantidade de famílias atingidas em conjunto com o 6º Grupamento de Bombeiros Militar (6º GBM).

“Com a presença da Defesa Civil Estadual na região vamos poder planejar as ações que deverão ser tomadas, em conjunto com outros órgãos do Estado e dos municípios, para prestar assistência à população”, anunciou o subcomandante do Corpo de Bombeiros, coronel Janary Picanço.

Em Vitória do Jari, o nível normal varia entre 2,80m e 3m e, até o momento, oscila entre 3,35m e 3,40m. Na sede do município, a Escola Estadual Munguba teve que suspender as aulas porque o acesso dos alunos à instituição foi prejudicado. E as comunidades rurais de Itapereira e Jarilândia são as mais atingidas até agora. Tem famílias desalojadas e estão sendo levadas para a casa de parentes no Cajari.

Já em Laranjal do Jari, o nível normal varia entre 1,10m e 1,80m e até esta quarta-feira estabilizou em 2,40m, inundando ruas e passarelas do bairro Malvinas e algumas pontes. E famílias desabrigadas estão sendo levadas para a quadra da Escola Estadual Mineko Hayashida. Os lugares mais afetados até o momento ficam na zona rural, são as comunidades Boca do Braço, Itapiranga e Padaria.

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