O evento teve palestras técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Todos os hospitais do Estado por meio das suas CCIH’s participaram.
A oficina apresentou os novos instrumentos e ferramentas do FormSus, sistema onde o técnico preenche o formulário para, dentre outras finalidades, ter um perfil das infecções mais comuns no Estado, e assim traçar estratégias de tratamento, e reduzir as taxas de infecções nos hospitais com UTI.
Conhecidas como infecções hospitalares, o que poucos sabem é que não necessariamente elas se manifestam dentro dos hospitais. “Todos os usuários que se utilizam dos meios de saúde, que vão buscar um exame ou uma internação, por exemplo, devem ter cuidado com a qualidade e segurança, para que não venham a acontecer infecções nesses atendimentos”, explicou Kelly Dutra, Coordenadora de Controle de Infecção e Serviço de Saúde.
A coordenadora comentou que após ser explicada a importância da informação clínica e a maneira de como devem ser registradas, a Sesa irá cobrar dos profissionais os resultados na prática. “No final do ano será feita uma avaliação e apurar se as ferramentas estão sendo aplicadas corretamente, para que possamos reduzir as taxas de infecções”, finalizou.
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