De acordo com gerente de Análises Químicas do Imap, Allan Costa, a movimentação gerou um turbilhonamento na água, devido à abertura das comportas. “Isso acarretou consequentemente uma supersaturação de oxigênio, causando embolia nos peixes que por ventura entraram em contato com o turbilhão”, explicou.
O analista ressalta que o laudo do Imap descarta da possibilidade de que a qualidade da água poderia ter relação com as mortes. “A hidrelétrica realizou a manobra de movimentação das comportas horas antes da constatação da mortandade, concluiu-se, por uma análise de nexo causal, que a empresa FGE foi a responsável pelo fato”, informou Allan.
Análises da qualidade de água referentes a campanhas ordinárias realizadas pelo empreendimento em junho e setembro de 2015, não apontam quaisquer anormalidades ou não conformidades nos parâmetros analisados conforme legislação pertinente, e as análises realizadas na noite do ocorrido também não apontaram resultados fora dos padrões.
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