
Com a classificação, equipe Danger ganhou credencial para participar do Torneio Juvenil de Robótica, na Paraíba
A equipe de robótica da Escola Estadual Profª Esther da Silva Virgolino foi premiada na 4º edição do International Tournament of Robots (Torneio Internacional de Robôs), evento realizado de 6 a 9 de junho, no Centro Universitário ENIAC, em Guarulhos (SP). O Governo do Estado do Amapá (GEA) garantiu a participação dos atletas no concurso com a doação de passagens aéreas.
Os alunos Alexandre de Oliveira Almeida, Gabriel de Nazaré Exposto Martins Farias, Nathan Christopher Vaccari Cláudio e Vinícius Tavares da Silva, que integram a equipe Danger, acompanhados pelo professor e técnico Elender Keuly, conquistaram o 1º lugar no desafio Sumô - Nível 4. Nesta categoria, o robô deve, de forma autônoma, dentro da área disponível da arena, encontrar o oponente e levá-lo a sair da arena. Com a classificação, a equipe Danger ganhou credencial para participar do Torneio Juvenil de Robótica, que será no fim do ano, na Paraíba.
O Torneio Internacional de Robôs reúne equipes do Brasil, Argentina, Chile e Peru, e busca disseminar o ensino da robótica no ambiente escolar da educação básica até a educação superior. Além da categoria sumô, também são propostos outros desafios para os robôs realizarem, como dança, cabo de guerra, resgate de alto risco e viagem ao centro da terra.
Para o professor Elender Keuly, esse é um momento de comemoração e reconhecimento, conquistado com dedicação, foco e trabalho em equipe. “Nós passamos quatro meses montando o robô e desenvolvendo sua programação. Para chegar nesse evento, passamos por duas fases, uma estadual e outra nacional, competindo com várias equipes. E ganhamos em primeiro lugar em um nível profissional”, comemorou Keuly.
Para o estudante Nathan Vaccari, o concurso trouxe mais experiências para todos da equipe, que vão ajudar nas próximas disputas. “Foi a primeira vez que conseguimos participar de uma competição desse nível. E foi muito bom, adquirimos bastante experiência, vimos estratégias novas para usar nas próximas competições e também formas de corrigir nossos erros”, avaliou o aluno.
A Escola Esther Virgolino trabalha há mais de quatro anos com o ensino de robótica como atividade extracurricular. A prática possibilita o ensino de matemática, física, linguagem de programação, raciocínio lógico, além de fomentar o trabalho colaborativo e a criatividade.
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