sábado, 17 de outubro de 2026

TURISMO

Seminário discute direitos humanos e impactos do turismo LGBT no Amapá

Evento debateu sobre os temas que envolvem direitos e deveres para todas as categorias sociais.

Redação
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Secretário de Estado do Turismo, Vicente Cruz, destacou a importância do evento para discutir temas tão relevantes
Secretário de Estado do Turismo, Vicente Cruz, destacou a importância do evento para discutir temas tão relevantes · Foto: Marcelo Loureiro

Crédito: Marcelo LoureiroSecretário de Estado do Turismo, Vicente Cruz, destacou a importância do evento para discutir temas tão relevantes

O “Seminário Estadual de Direitos Humanos: Discutindo Políticas Públicas, Desafios e Perspectivas no Cenário Amapaense”, realizado na tarde dessa quarta-feira, 13, no Palácio do Setentrião, levantou um amplo debate avaliativo da política existente no Amapá.

O evento, coordenado pela Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), tratou de direitos humanos para minorias da sociedade e também sobre os impactos que o turismo LGBT pode causar na atividade econômica local.

O secretário de Estado do Turismo, Vicente Cruz, destacou a importância do evento para discutir temas tão relevantes. “Esse aqui é o momento adequado para discutir e levantar as propostas, para que as demandas da sociedade possam ser traduzidas em políticas públicas. Aqui, todos os segmentos representados têm espaço para contribuir com o Estado e fazer com que as necessidades sejam atendidas”.

O Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT (CELGBT-AP), também responsável pelo evento, foi fundamental para reunir o público local e fomentar o debate. A presidente do Conselho, Jackeline Brandão, ressaltou a necessidade de discutir o tema.  “As pessoas que estão aqui já são conhecidas por não desistir, nesse evento estamos querendo fazer valer a nossa voz. A gente precisa se vestir com força e coragem e discutir o assunto”, ponderou.

Com parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CAOP-IJ) e Universidade Federal do Amapá (Unifap), a programação contou com bate-papo, apresentação de proposta de formação em políticas públicas, gênero e sexualidade, pela Unifap, e oficina com assistente social.

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