De acordo com o diretor-presidente do Imap, Luis Henrique Costa, a ação tem como objetivo dar sequência no georreferenciamento das terras para definir a ocupação. Segundo o diretor, o ordenamento deve regularizar as propriedades dos agricultores com o intuito de fomentar o desenvolvimento da agricultura familiar daquela comunidade. “Os trabalhos estão sendo realizados desde a última terça-feira, 26. Cerca de 100 lotes rurais serão regularizados. A proposta é incentivar as atividades agropecuárias, de base familiar em prol do desenvolvimento da produção de alimentos”, disse Luis Henrique.
O diretor de Ordenamento Territorial do Imap, Robson Gualberto, destacou que o cruzamento de dados de cada propriedade será feito junto com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e outros órgãos. Todas as famílias assentadas serão cadastradas e cada uma deve receber três hectares de terras.
O imóvel que não estiver cumprindo sua função social será desapropriado. “No local também foram encontrados bares, além de registros de terrenos vazios e especulação imobiliária. Estes imóveis serão retomados pelo Imap, caso não exerça a atividade designada”, explicou Gualberto.
Os trabalhos de campo estão sendo finalizados, porém com a chegada do período chuvoso o trabalho fica dificultado principalmente quanto a localização dos pontos de GPS e dos marcos implantados. A cobertura de mata vegetal atrapalha o rastreamento do satélite. Após a conclusão do georreferenciamento, a equipe de fiscalização do Imap deve fazer nova visita ao local.
- Leituras
- 0 leituras
Relacionadas

MEIO AMBIENTE
Governo do Amapá realiza segunda expedição de monitoramento da biodiversidade na Reserva do Rio Iratapuru

MEIO AMBIENTE
'Prevenir e combater as queimadas é responsabilidade de todos', diz morador em ação ambiental do Governo do Amapá

MEIO AMBIENTE
Guarda-parques concluem capacitação para atuar no combate a queimadas e incêndios florestais durante estiagem no Amapá

MEIO AMBIENTE




