Segundo as informações apresentadas pela CVS, obtidas através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde (SINAM/MS), em 2015 em todo o Brasil, no mês de janeiro, a incidência de dengue chegou a 49. 857 casos, e em 2016, no mesmo período os números chegaram a 73. 872. A região Norte registrou 5% desses casos.
No Amapá, em 2014 foram 2.608 casos e no ano passado o numero se elevou para 4.120. Em 2016, já foram notificados 256 ocorrências no Estado.
A febre chikungunya em 2014 registrou 1.653 casos com a confirmação de 1.436. No ano passado houve um decréscimo, com 1.259 notificações e 1.011 confirmações. Este ano, no mês de janeiro, seis casos foram notificados.
Quanto a Zika, existem 44 casos suspeitos no Amapá aguardando resultados que serão enviados pelo Instituto Evandro Chagas, órgão vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, no Pará (PA).
Segundo Emanuel Bentes, chefe da Divisão de Vigilância Ambiental da CVS, devido a população tratar dos casos de dengue em casa, não procedendo com a notificação nas unidades de saúde, houve um processo de banalização em relação ao mosquito. “Infelizmente a população começou a conviver e achar natural conviver com o Aedes. Hoje estamos sofrendo as conseqüências com três doenças transmitidas pelo mosquito”, ressaltou.
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