sexta-feira, 16 de outubro de 2026

INSPEÇÃO AGROPECUÁRIA

Exames no rebanho local deverão respaldar mudança do status da febre aftosa no Amapá

O sangue dos animais será coletado em todo o Estado e enviado para o laboratório de referência do Ministério da Agricultura

Redação
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Amostras de sangue serão enviadas para um laboratório de referência em Minas Gerais
Amostras de sangue serão enviadas para um laboratório de referência em Minas Gerais · Foto: Diagro

Crédito: DiagroAmostras de sangue serão enviadas para um laboratório de referência em Minas Gerais

De 22 a 26 de maio, veterinários da Agência de Defesa Agropecuária do Amapá (Diagro) irão visitar sete propriedades para examinar animais e fazer coleta complementar de amostras de sangue, para finalizar a averiguação sobre o vírus da febre aftosa no rebanho amapaense. Esses exames serão enviados para um laboratório de referência do Ministério da Agricultura, localizado no Estado de Minas Gerais.

A coleta de sangue e exames tem como principal objetivo verificar a ausência do vírus no Amapá e a expectativa é de que confirme a boa cobertura de vacinação do rebanho bovino no último ano. Com o resultado, o Governo do Amapá espera para, ainda este ano, a troca de status de alto para médio risco.

A visita começará do norte chegará ao centro do Estado, abrangendo uma propriedade no município de Oiapoque, duas em Calçoene e mais quatro distribuídas nos municípios de Pracuúba, Ferreira Gomes, Porto Grande e Tartarugalzinho.     

Segundo o diretor-presidente da Diagro, José Renato Ribeiro, a verificação dos exames coletados pode dar um fim ao impasse do vírus da febre aftosa no Amapá. “A abordagem é dar continuidade ao processo de mudança de status sanitário em relação ao vírus, e aguardar a visita da auditoria do Ministério da Agricultura para verificar os avanços feitos no Estado”, explicou o gestor.

Febre aftosa

O combate à febre aftosa é uma estratégia nacional, em que há um grande envolvimento das esferas governamentais, privadas e sindicais do setor primário e pecuarista. O Amapá possui status de “alto risco” da doença e passou a cumprir determinadas ações técnicas dentro da Agência de Defesa Agropecuária. Desde 1999 não é registrada circulação do vírus no Estado, porém só agora o Amapá tem estrutura vacinal suficiente para trocar seu status e, assim, propiciar a exportação do produto pecuário.

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