
Durante a aula inaugural os alunos e seus pais tiveram a oportunidade de conhecer melhor o sobre o Exército Brasileiro e as atividades que ele desenvolve
Desenvolver as habilidades esportivas e auxiliar na formação dos cidadãos são os objetivos do Programa Força no Esporte, promovido pela parceria Governo do Amapá e Exército Brasileiro. Cerca de 80 meninos entre 10 e 13 anos, estudantes das escolas estaduais Predicanda Lopes e Professora Josefa Jucileide, participam do projeto, executado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed) e o 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS).
Entre outras atividades do projeto, os alunos terão, também, aulas de atletismo, futebol, vôlei, basquete, natação, e receberão, ainda, atendimento odontológico, lanche, almoço e terão, ainda, acompanhamento nutricional e assistência social.
Os estudantes serão transportados pelos militares da escola até o quartel e de volta à unidade de ensino, três vezes por semana, no contraturno das aulas, sem custos.
“Entraremos com o apoio de profissionais da Educação Física, pois nosso objetivo é desenvolver nestes alunos as práticas esportivas e culturais e, assim, fortalecer o nosso ensino fundamental”, destaca a gerente do Núcleo de Ensino Fundamental da Seed, Maria Luceni Rodrigues.
Este é o primeiro ano em que o projeto é desenvolvido com o apoio direto do governo do Estado. Desde 2012, ele era executado somente em parceria com as escolas. No Brasil, o programa existe desde 2003 e é coordenado pelo Ministério da Defesa e Desenvolvido em parceria com os Ministérios do Esporte, Educação e Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
“Neste primeiro momento, a parceria se deu apenas com duas escolas, mas já discutimos com o Exército sobre ampliar a parceria para o ano de 2018, atendendo em mais escolas”, comenta Maria Luceni Rodrigues.
Para o autônomo Wellington Monteiro, pai do aluno Wedel, de 11 anos, estudante do sétimo ano da Escola Estadual Predicanda Lopes, o projeto é uma oportunidade de descobrir e desenvolver as capacidades do seu filho. “Acredito que aqui os alunos terão a chance de aprender uma atividade a mais, não ficar com tempo ocioso e também descobrir seus talentos, quem sabe para algum esporte. Por isso, quis que meu filho participasse”, ressaltou o pai.
O pequeno Wendel também espera aprender muitas coisas. “Eu gosto muito de praticar esporte e tenho certeza que vou aprender bastante aqui”, diz otimista.
No momento, por questões de estrutura, o Exército atenderá só alunos do sexo masculino. Porém, assim que forem feitas as adaptações, o programa será aberto para as meninas, como acontece em outros Estados.
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