quarta-feira, 28 de outubro de 2026

DIA DO SERVIDOR PÚBLICO

‘Ser servidora pública é um sacerdócio’, destaca professora com 34 anos de dedicação à educação do Amapá

Tereza Cristina Souza construiu sua vida profissional na rede pública estadual, atuando no desenvolvimento das políticas educacionais do Governo do Amapá.

Breno Pantoja
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Tereza Cristina é servidora pública da educação no Amapá há 34 anos
Tereza Cristina é servidora pública da educação no Amapá há 34 anos · Foto: Breno Pantoja

Há 34 anos dedicada à educação pública do Amapá, a professora e pedagoga Tereza Cristina Souza construiu uma trajetória marcada pela formação de novos professores, pela inovação tecnológica no ensino e pela atuação na Secretaria de Estado da Educação (Seed). Nesta quarta-feira, 28 de outubro, Dia do Servidor Público, sua história representa a dedicação de quem fez do serviço público no Governo do Amapá, uma missão profissional e de vida.

Formada pela Universidade Federal do Pará (UFPA), no antigo Núcleo de Educação em Macapá, em 1991, Tereza ingressou no serviço público por concurso para a disciplina de Didática, com atuação no curso de magistério do então Instituto de Educação do Amapá (Ieta). Ao longo da carreira, também trabalhou com formação continuada, tecnologia educacional e educação ambiental.

“Ser servidora pública para mim foi um sacerdócio, já estive atuando nas escolas, no Ieta, especificamente no Instituto de Educação, ajudando a formar novos professores que estão na ativa. Tenho certeza de que estão nas escolas cumprindo sua missão, formando opiniões e cidadãos. Isso é muito importante, e me sinto gratificada por isso”, relatou a profissional.

Crédito: Breno Pantoja/Seed
Atualmente, a professora integra a Coordenadoria de Educação Específica da Seed

Atualmente, a professora integra a Coordenadoria de Educação Específica da Seed, onde atua em políticas voltadas à Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Especial, Educação Escolar Indígena, Educação Escolar Quilombola e Educação do Campo. Para ela, o trabalho desenvolvido mantém a essência da docência e reforça a importância do reconhecimento profissional.

“Eu não gosto de ser chamada de técnica, gosto de ser chamada de professora, porque sou professora. Faço um trabalho técnico-pedagógico. Trabalhamos com os docentes e os discentes das escolas, então nosso trabalho é pedagógico”, destacou.

Ao se aproximar da aposentadoria após a conclusão do mestrado, Tereza também ressalta a importância de ampliar as oportunidades de formação continuada para os profissionais da educação no estado.

“Para mim, é muito gratificante. Encerro, dentro de pouco tempo, minha trajetória como servidora pública com a certeza do dever cumprido”, afirmou Tereza.

Crédito: Breno Pantoja/Seed
Ao longo da carreira, também trabalhou com formação continuada, tecnologia educacional e Educação Ambiental
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