
O projeto Bem Viver Parente reuniu crianças, jovens e mulheres da aldeia Kumarumã, em Oiapoque, durante a Ação Acadêmica de Assistência à Saúde no Território Indígena. Coordenada pela Governo do Estado, a iniciativa promove atividades voltadas à saúde mental, com abordagens adaptadas para cada público e atenção às particularidades da comunidade indígena.
Com as crianças, as orientações foram realizadas de forma lúdica, utilizando desenhos como ferramenta para estimular a expressão e a identificação dos sentimentos. Por meio das atividades, os profissionais puderam conversar com os alunos sobre emoções e observar como eles representam situações vivenciadas no dia a dia.
Na escola da comunidade, o professor Garcielson dos Santos acompanhou uma das atividades e destacou a importância da iniciativa.
“É de suma importância porque, às vezes, como professores, a gente não detecta o que a criança sente. Através do desenho, podemos perceber se ela está feliz, triste ou passando por uma situação difícil. Os alunos se sentiram muito felizes e se desenvolveram”, relatou.
Com os jovens e as mulheres, as atividades foram adaptadas para criar espaços de escuta e diálogo sobre sentimentos, autocuidado e bem-estar. A proposta é fortalecer a atenção à saúde mental e possibilitar que os participantes compartilhem experiências e percepções sobre situações presentes no cotidiano.
O Bem Viver Parente integra a programação da Ação Acadêmica de Assistência à Saúde no Território Indígena, realizada pela Sesa em parceria com a Universidade Federal do Amapá (Unifap). A iniciativa amplia o acesso ao cuidado em saúde mental e fortalece uma abordagem baseada na escuta, no acolhimento e no respeito à realidade da população indígena.
Secretaria de Estado da Saúde
Karla Marques: ( 96) 99119-2467
Fotos: Gabriel Maciel
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