sexta-feira, 16 de outubro de 2026

EMPREENDEDORISMO

Negócios no entorno dos grandes palcos: empreendedores populares adaptam vendas para atrair o público na Expofeira 2026

De itens temáticos a bebidas preparadas na hora, microempreendedores aproveitam a movimentação da Arena para garantir renda durante a programação.

Jamylle Nogueira
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Diversidade de produtos na Expofeira 2026 serve de vitrine e ponto de apoio para pequenos negócios
Diversidade de produtos na Expofeira 2026 serve de vitrine e ponto de apoio para pequenos negócios · Foto: Cleiton Souza

​A movimentação na Arena de shows da Expofeira 2026 impulsiona a economia criativa e gera oportunidades diretas para microempreendedores que atuam no entorno dos grandes palcos. Com foco no público diversificado que acompanha as atrações musicais, trabalhadores autônomos adaptam estoques e estratégias de venda para atrair os fãs e garantir uma fonte de renda durante as apresentações.

​Trabalhando com o comércio desde os 17 anos, o microempreendedor Luciano de Souza Muniz, de 50 anos, aposta na personalização. Ele comercializa chapéus, leques, faixas de cabelo e copos, ajustando a temática dos itens conforme o artista da noite.

"Cada ambiente é um ambiente. Quando o show é infantil, a gente põe um tipo de produto; quando é de adulto, já muda. O que tem mais saída são os copos e as faixas", explica Luciano, que posiciona suas mercadorias estrategicamente perto do fluxo principal de espectadores.

Crédito: Cleiton Souza/GEA
Microempreendedor Luciano de Souza Muniz, de 50 anos

​Já no setor de bebidas, a aposta para atrair o público é a variedade de misturas e sabores. Marcos Alan, proprietário do carrinho "Copão da Quebrada", marca presença no espaço todos os anos e atende a demanda de quem transita pela arena com destilados, gelo saborizado e energéticos. Com opções que variam de R$ 20 a R$ 45, dependendo da bebida, ele comemora a aceitação do produto.

"Graças a Deus, está tendo uma boa saída e cada dia as vendas vão melhorando", avalia o vendedor.

​A diversidade de produtos oferecidos no perímetro dos shows demonstra como a programação cultural do evento serve de vitrine e ponto de apoio para pequenos negócios. Com agilidade e visão de mercado, esses trabalhadores mostram que a criatividade para atender as demandas do público é o principal ingrediente para movimentar a economia local.

Crédito: Cleiton Souza/GEA
Marcos Alan, proprietário do carrinho ″Copão da Quebrada″

Jamylle Nogueira - (96)98107-8557 
Assessoria de Comunicação/Secom-Talismã Comunicação 
Fotos: Cleiton Souza

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