sexta-feira, 16 de outubro de 2026

MANIFESTAÇÃO CULTURAL

Amapá comemora o Dia Mundial do Rock com shows eletrizantes na Praça da Bandeira, em Macapá

Programação gratuita reúne bandas locais, nacionais e internacionais, incluindo a Hirax, de Los Angeles (EUA), em celebração ao Dia Mundial do Rock.

Jorge Cesar
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Festival Dia Mundial do Rock 2026 promete uma das maiores edições já realizadas
Festival Dia Mundial do Rock 2026 promete uma das maiores edições já realizadas · Foto: Márcia do Carmo

Na celebração dos 27 anos do Dia Mundial do Rock em Macapá, comemorado oficialmente na segunda-feira, 13, a Praça da Bandeira, no Centro da capital, se transformou em reduto do rock amapaense na noite de sábado, 11. O evento conta com o apoio do Governo do Estado do Amapá e de diversos parceiros.

A programação continua neste domingo, 12, com apresentações de bandas locais e nacionais em um palco montado especialmente para o festival. A banda Hirax, de Los Angeles (Estados Unidos), é uma das atrações mais aguardadas pelos fãs do rock. Outro destaque é a banda paulista Viper, um dos maiores nomes da história do heavy metal brasileiro. Além delas, outras 14 bandas locais se apresentam na programação gratuita.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
São 14 bandas locais participando do evento gratuito para os fãs

"Conseguir trazer bandas como Hirax e Viper para dividir o palco com os artistas do Amapá mostra a força que o nosso festival conquistou ao longo desses 27 anos. A permanência da Hirax em Macapá, mesmo após o adiamento dos outros shows no Brasil, demonstra o respeito que o festival conquistou. Será um fim de semana para celebrar o rock, valorizar quem faz música no estado e reunir gerações em uma grande festa gratuita", afirma Bio Vilhena, coordenador-geral e idealizador do festival.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Bio Vilhena, coordenador geral e idealizador do festival, realiza o evento há 27 anos

Representando a Região Norte, a banda paraense Mente Suicida também integra a programação, levando ao palco um dos principais nomes do metal produzido na Amazônia.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Programação conta com apresentações de bandas de destaque do rock local e nacional

Economia Criativa

O festival vai além da música e movimenta uma cadeia produtiva ligada à economia criativa, beneficiando diversos empreendedores e gerando renda para muitas famílias. Um espaço foi destinado à economia informal, com praça de alimentação, reunindo pizzarias e hamburguerias, além de estandes de artesanato e camisetas personalizadas.

A microempreendedora individual (MEI) Samara Lima expõe produtos voltados à moda alternativa e à cultura pop e underground, direcionados ao público do rock, gótico, reggae e aos fãs de filmes de terror. Entre os itens comercializados estão anéis, pulseiras, cordões, chokers, camisetas, cintos, harnesses e bolsas.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Samara Lima disse que pais compram produtos pra si e também para os filhos

Outro microempreendedor presente no evento é Marcos Vinícius, que comercializa produtos ligados à cultura pop e ao universo do rock, como mangás, histórias em quadrinhos (HQs), placas decorativas, bottons e ímãs.

Secretaria de Estado da Comunicação

Jorge César: (96) 99112-2610
Assessoria de Comunicação – Secom/AP

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