
No segundo dia do 1º Workshop de Resultados e Prestação de Contas do Instituto de Terras do Estado (Amapá Terras), a equipe técnica fez balanço das ações desenvolvidas no triênio referente a 2023-2025. O evento prosseguiu nesta quinta-feira, 18, na sede do Sebrae-AP, em Macapá.
O encontro teve como objetivo apresentar os principais resultados, indicadores de desempenho e avanços estratégicos da política fundiária estadual, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a transparência, a gestão eficiente e o fortalecimento da governança pública.
Segundo o diretor-presidente do Amapá Terras, Jorge Rafael Almeida, a iniciativa serve para aprimorar o desempenho dos trabalhos desenvolvidos no campo e na cidade.
"Toda a equipe técnica está aqui para avaliar e refletir sobre nossas práticas, e também para olharmos para os pontos que precisam ser superados, além da prestação de conta à sociedade. Dessa forma, o instituto pode fazer investimentos e tomar decisões mais assertivas para que o processo de entrega dos títulos de domínio de terra seja ainda maior em 2026", destacou o gestor.
Ainda conforme o diretor, com os investimentos do Governo do Estado e do Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional, a meta para 2026 é alcançar mais de 2 mil títulos no campo e 8 mil na cidade, além de promover melhorias no Sistema Fundiário (Circaf) para reduzir o tempo de vistorias e expandir os serviços da instituição aos 16 municípios.
Nos últimos 3 anos, foram entregues mais de 600 documentos fundiários na área rural, entre títulos e declarações de posse, e mais de 1,5 mil na área urbana.
Assessora técnica, Marly Duarte explica que o documento fundiário muda a concepção de vida do agricultor.
"O nosso trabalho é ajudar a vida do agricultor. A partir do momento que eles têm o documento em mãos, abre-se o novo leque de oportunidades, principalmente para fazer investimentos, porque quando eles não têm essa segurança eles não fazem nada no local, por exemplo", disse a técnica.
Os coordenadores de regularização fundiária conduziram os debates. A ideia é que a iniciativa se tornem contínua, como disse o especialista em geoprocessamento e diretor técnico, Anderson Maycon Tavares, com mais de 10 anos de atuação na instituição.
“A nossa avaliação do triênio é positiva. O encontro serviu também para podermos fazer uma autoavaliação e projeção para 2026. O nosso objeto de análise é a entrega de título e pretendemos dobrar a entrega, mantendo o ritmo desse tipo de dinâmica no calendário, e se necessário, mudar a direção quando necessário”, finalizou o diretor.
Ao final do evento, o corpo técnico passou por capacitação com o especialista em motivação e liderança, Alberto Tavares, para as metas e desafios para 2026.
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