sábado, 17 de outubro de 2026

EDUCAÇÃO

Escola Estadual Gabriel de Almeida Café, em Macapá, promove cantata natalina em Libras

O coral foi composto por 25 pessoas, entre alunos, professores e estagiários.

Léo Nilo
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Esta é a primeira vez que a escola promove um coral em Libras
Esta é a primeira vez que a escola promove um coral em Libras · Foto: Léo Nilo

Em uma iniciativa para fortalecer a inclusão e a acessibilidade, a Escola Estadual Gabriel de Almeida Café, de Macapá, promoveu nesta sexta-feira, 5, uma cantata natalina na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A apresentação contou com 25 pessoas e emocionou o público presente, celebrando o espírito natalino de fraternidade.

O coral foi composto por alunos surdos, ouvintes, professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e estagiários da Universidade Federal do Amapá (Unifap). A abertura do evento também contou com uma apresentação de balé especial, feita pela estudante Maria Rosa Pantoja, de 16 anos, e a declamação de um poema.

“Fiquei muito feliz de me apresentar nesse momento, fiquei nervosa, mas deu tudo certo. É importante termos iniciativas como essa, que juntam toda a comunidade em prol da inclusão”, avaliou a estudante Maria Rosa.

Crédito: Léo Nilo/Seed
Maria Rosa, estudante

O coral apresentou canções nacionais e internacionais tradicionais da época, como “Então é Natal” e “All I Want For Christmas Is You”. Esta é a primeira vez que a escola promove uma cantata em Libras, que já promete virar tradição.

Crédito: Léo Nilo/Seed
O coral apresentou músicas tradicionais da época

A professora do AEE Jaqueline Abreu foi uma das organizadoras da iniciativa, e conta que o evento marca uma nova trajetória de valorização da diversidade linguística e cultural, ampliando as oportunidades de interação entre estudantes surdos, ouvintes e toda a comunidade escolar.

“Este coral, na verdade, é um símbolo do compromisso que a rede estadual tem com a inclusão da comunidade com deficiência. Aqui na escola atendemos cerca de 30 alunos no AEE e a inclusão começa já na entrada, com profissionais capacitados em Libras para fazer o atendimento”, explicou Jaqueline. 

Crédito: Léo Nilo/Seed
Jaqueline Abreu, professora do AEE
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Macapá
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