sábado, 17 de outubro de 2026

AÇÃO HUMANITÁRIA

Governo do Amapá e Ministério da Integração Regional enviam duas toneladas de alimentos e 120 mil litros de água potável para a região do Sucuriju

As atividades fazem parte das ações de atendimento às localidades afetadas pela estiagem e pela salinização das águas dos rios e igarapés. Outras regiões ainda devem ser atendidas pela ação humanitária.

Weverton Façanha
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Comunidade do Sucuriju, no município de Amapá, será atendida com alimentos e água potável
Comunidade do Sucuriju, no município de Amapá, será atendida com alimentos e água potável · Foto: Weverton Façanha

O Governo do Amapá, em parceria com o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), realiza, no período de 2 a 6 de dezembro, uma ação humanitária na comunidade de Sucuriju, no município de Amapá. Nesta etapa, as famílias da localidade receberão kits de alimentos e água potável. A coordenação dos serviços é da Defesa Civil Estadual, com execução por militares do Corpo de Bombeiros.

“A localização geográfica da região, na costa marítima, contribui para a falta de água potável. Mas, com o devido esforço e diante da emergência por estiagem, conseguimos recursos junto ao ministério para levar água e alimentos aos moradores daquela comunidade”, destacou o coronel BM e secretário executivo da Defesa Civil Estadual, Vilmar Laurindo.

As atividades fazem parte das ações de atendimento às localidades afetadas pela estiagem e pela salinização das águas dos rios e igarapés. Neste carregamento, que saiu na madrugada do dia 3, estão sendo enviadas mais de duas toneladas de alimentos e 120 mil litros de água potável para os moradores da comunidade, formada por pescadores artesanais. O tempo de viagem para chegada da carga à região é de cerca de dois dias.

Crédito: Defesa Civil Estadual/GEA
A comunidade do Sucuriju é formada basicamente por pescadores artesanais.

“É uma logística muito complicada para levar todo esse material. Temos um planejamento de cerca de 48 horas para chegar, mas isso é muito relativo, pois dependemos da maré, e outros empecilhos podem atrasar a viagem, como a pororoca, ventos fortes e demais fatores”, informou Laurindo.

Crédito: Aog Rocha/GEA
A balsa que realiza o transporte está carregada com 120 mil litros de água

Outras regiões ainda devem ser atendidas pela ação humanitária em função da estiagem, como o arquipélago do Bailique e outros municípios.

A iniciativa de buscar e organizar serviços para atender as comunidades é liderada pelo governador Clécio Luís e pelo ministro Waldez Góes, por meio da inserção de planos nos sistemas do Governo Federal, realizada pela Defesa Civil Estadual e pelas prefeituras.

Crédito: Aog Rocha/GEA
Cerca de duas toneladas de alimentos estão sendo envidas para a localidade
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