
A delegação do Amapá na COP30 foi a Belém com a missão de apresentar ao mundo o trabalho desenvolvido no estado em diferentes áreas, da educação à sustentabilidade, passando pela inclusão.
Entre os integrantes está Lucivan Fernandes, 42 anos, professor e intérprete de Libras, que viajou no ferry boat oficial da comitiva para contribuir em dois campos: apresentar o projeto de educação ambiental da Escola Everaldo Vasconcelos, em Santana, que recicla garrafas PET, e garantir a tradução em Libras durante os painéis realizados no estande do Amapá.
Para ele, participar do evento é uma oportunidade de dar visibilidade ao trabalho realizado no estado e reforçar a importância da acessibilidade nos debates sobre clima e educação.
“É um trabalho que tivemos início nas escolas e estamos aqui apresentando com uma magnitude maior na COP30. Isso vai ser de fundamental importância, tanto para nós, professores, quanto para os nossos alunos. É uma experiência inovadora que nós vamos levar e praticar com os nossos alunos em sala de aula”, afirmou Fernandes.
A participação do Amapá na COP30 é marcada pela diversidade e representatividade, reunindo profissionais de diferentes áreas, povos tradicionais, quilombolas, indígenas, professores e estudantes. Cada integrante veio com uma missão específica, mostrando que o estado tem muito a contribuir nos debates sobre clima, educação, inclusão e desenvolvimento sustentável.
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