sábado, 17 de outubro de 2026

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Como resultado da política de atração de investimentos do Governo do Estado, Amapá recebe primeira fábrica de cimento

Anúncio do empreendimento, que vai gerar emprego, renda e aquecer a economia do estado, foi feito nesta quinta-feira, 14, pelo governador Clécio Luís.

Cristiane Nascimento
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O empreendimento vai gerar emprego e renda, além de aquecer a economia do estado
O empreendimento vai gerar emprego e renda, além de aquecer a economia do estado · Foto: Sal Lima

O governador Clécio Luís anunciou nesta quinta-feira, 14, a instalação da primeira fábrica de moagem de cimento do Amapá. A instalação da empresa Cimento Forte, que contará com um investimento de R$ 120 milhões, reforça a estratégia de diversificação da matriz industrial do estado e impulsiona a geração de emprego e renda, que vem apresentando índices contínuos de crescimento no estado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

O governador do Amapá, Clécio Luís, destacou que a iniciativa reforça a agenda de desenvolvimento e que o empreendimento contribuirá para aumentar o abastecimento para o varejo e a construção civil.

"Essa atração de empresas para o estado é um fenômeno incrível que está acontecendo de forma jamais vista e, vem emplacando o Amapá com seus indicadores muito positivos, desde o combate à pobreza, a fome e ainda como o estado que mais gera emprego, proporcionalmente, e o que mais abriu novas empresas locais e que vem se desenvolvendo em bases sólidas. Todos os nossos indicadores são acima dos nacionais e isso dá mais garantia e anima e o empresariado que está investindo no Amapá”, enfatizou o governador.

Crédito: Luhana Baddini/Agência Grito
Governador Clécio Luís destacou que a iniciativa reforça a agenda de desenvolvimento do Amapá

Com capacidade de produzir 600 mil toneladas de cimento por ano, o empreendimento deve gerar 500 empregos diretos durante a montagem e, na operação, 100 empregos diretos e 800 indiretos, movimentando setores como transporte, alimentação, vigilância e logística portuária.

Crédito: Sal Lima/GEA
Presidente da Cimento Forte, Eduardo Henrique

“É um empreendimento estruturante, que vai gerar emprego, fomentar a cadeia da construção civil. O mercado do Amapá ainda é pequeno para o tamanho da indústria, com uma produção de 50 a 60 mil toneladas de cimento por mês, mas nós vamos mandar cimento tanto para o mercado local com uma produção, quanto para o Pará e o Amazonas. Eu estou muito confiante, animado e agradecido ao governador do Estado, Clécio Luís. Escolhemos o Amapá, pela logística, pela oportunidade do mercado e pelo apoio que estamos recebendo localmente”, ressaltou o presidente da Cimento Forte, Eduardo Henrique.

A fábrica de moagem de cimento em Santana ficará localizada às margens do rio Matapi. O produto será escoado pelo Porto do município, que movimentará cerca de 350 mil toneladas anuais do produto. A previsão é que a nova indústria seja instalada em um prazo de 12 a 18 meses após o início da montagem dos equipamentos e que, da produção, 30% abasteça Macapá, Santana e municípios vizinhos, e os demais 70% seja destinada a outras regiões do Amapá e a estados próximos.

Desenvolvimento Econômico

A instalação da fábrica no Amapá é mais um passo significativo para o desenvolvimento econômico do estado, com possibilidades concretas de expansão e melhorias em diferentes áreas econômicas e sociais como reforçou o diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico (Agência Amapá), Wandenberg Pitaluga.

Crédito: Sal Lima/GEA
Diretor-presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga

“Hoje, sem dúvida é um marco divisório de um estado que hoje inicia uma operação com uma indústria de cimento que representa toda uma força em relação a vários setores da academia. Antes, todo o cimento consumido no Amapá vinha de fora, o que representava um custo mais alto para as empresas e agora esse custo passa a ser mais otimizado. A gente tem dentro dessa estrutura uma formação de 100 empregos diretos, sem contar todo o efeito na cadeia de construção civil e no mercado econômico de uma maneira geral”, finalizou Pitaluga.

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