sábado, 17 de outubro de 2026

ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Governo do Amapá promove organização administrativa e Casa Lar 'Ciã Katuá' terá gestão da Secretaria de Assistência Social

Abrigo, que atende crianças em vulnerabilidade e de medidas protetivas, deixa de integrar a Fundação Socioeducativa do Amapá (FSA), antiga Fcria.

Redação
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Durante reunião também foram debatidos os próximos passos para o fortalecimento das ações na instituição pela Seas
Durante reunião também foram debatidos os próximos passos para o fortalecimento das ações na instituição pela Seas · Foto: Divulgação

Como parte da política de organização das instituições de amparo ao cidadão, com apoio do Governo do Amapá, a Casa Lar Abrigo Ciã Katuá, em Macapá, será administrada pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). A instituição, que atende crianças em vulnerabilidade e de medidas protetivas determinadas pela Justiça, deixou de integrar a gestão da Fundação Socioeducativa do Amapá (FSA), antiga FCria.   

A reorganização administrativa iniciou em 8 de janeiro deste ano, quando foi publicada a Lei Complementar n° 168 de 2025. O repasse das atribuições foi estabelecido durante reunião entre a secretária de Assistência Social, Aline Gurgel, e o diretor da FSA, Luís Eduardo Oliveira. 

“Esse esforço conjunto reflete o compromisso contínuo com o bem-estar e a segurança das crianças e adolescentes acolhidos na Casa Lar  Ciã Katuá, promovendo um ambiente mais seguro e saudável para seu desenvolvimento”, destacou a secretária.

Durante o encontro, que teve o objetivo de alinhar os últimos ajustes para Seas assumir o papel estrutural total do abrigo, também foram debatidos os próximos passos para o fortalecimento das ações na instituição. 

De acordo com a secretária, uma das principais mudanças que vai ser implantada no abrigo será a divisão de atendimento por idade. “Hoje temos uma casa que serve para todas as idades das crianças em vulnerabilidade. Agora, quando assumimos, queremos dividir por idades, pois entendemos que as crianças de 0 a 7 anos precisam de acompanhamento exclusivo para primeira infância”, explicou Aline Gurgel.

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