sexta-feira, 16 de outubro de 2026

AÇÃO DE SAÚDE

Governo do Amapá atende mais de 130 mulheres com serviços de saúde na comunidade do Carvão, em Mazagão

Iniciativa fez parte da ação 'Super Fácil Por elas' e garantiu ainda atendimentos de cidadania em celebração ao Mês da Mulher.

Júnior Nery
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Mais de 130 pacientes receberam consultas e orientações em saúde na comunidade do Carvão, em Mazagão
Mais de 130 pacientes receberam consultas e orientações em saúde na comunidade do Carvão, em Mazagão · Foto: Lidiane Lima

Os alunos da Escola Família Agroextrativista do Carvão, no município de Mazagão, ganharam um dia especial para marcar o Mês da Mulher. Na última sexta-feira, 14, elas participaram da ação social "Super Fácil Por Elas", do Governo do Amapá, que levou serviços de saúde e cidadania para a região.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) garantiu consultas com clínico geral e gastroenterologista, atendendo 131 pacientes. Além disso, foi possível solicitar documentos como a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e CPF.

Crédito: Divulgação/Sesa
Atendimento em clínico geral e gastroenterologista foram oferecidos à comunidade do Carvão, em Mazagão

Para o coordenador de Gestão das Unidades Mistas de Saúde da Sesa, Diego Gama, as ações descentralizadas são fundamentais para as comunidades distantes dos centros urbanos. A iniciativa também reforçou o compromisso do Governo do Amapá em promover políticas públicas que cheguem a todos os cantos do estado, especialmente às populações ribeirinhas e rurais.

Crédito: Divulgação/Sesa
Ação de saúde e cidadania garantiu consultas e medicamentos aos estudantes

"Ao aproximar a gestão estadual das populações mais distantes, o Governo do Amapá demonstra seu compromisso com a inclusão e a equidade, garantindo que todos, independentemente de onde moram, tenham acesso a direitos e oportunidades”, destacou Gama. 

A escola agrícola também tem alunos meninos, somando um total de 151 estudantes, que trabalha a pedagogia de alternância e que agrega ribeirinhos do Amapá e regiões das Ilhas do Pará para estudar. Os alunos moram 15 dias na escola e 15 dias em suas casas, geralmente por causa da distância dessas regiões.

Crédito: Divulgação/Sesa
Homens da comunidade também receberam atendimento em saúde
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