
Na primeira etapa do projeto, 500 coleiras foram confeccionasPara diminuir os índices de atropelamentos de animais em áreas urbanas e rurais, além dos acidentes com motociclistas, o Governo do Estado deu início ao projeto “Caminhos Seguros, Coleiras Refletivas” na quarta-feira, 11, no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no KM-9 da BR-210, em Macapá.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria do Bem-Estar Animal, e conta com apoio de instituições, iniciativa privada, órgãos estaduais e representantes do segmento. Durante o lançamento, foram distribuídas coleiras refletivas e realizadas ações de conscientização para os motoristas que transitavam pelo local.
Na primeira etapa do projeto, 500 coleiras foram confeccionas pelo artesão Claudio Queiroz, e serão distribuídas nas próximas edições em escolas e instituições que queiram somar com o projeto, como destacou a secretária do Bem-Estar animal, Laudenice Monteiro.
Secretária do Bem-Estar animal, Laudenice Monteiro, colocou o primeiro acessório do projeto“A partir dessa iniciativa, vamos garantir mais proteção aos animais em situação de rua e os comunitários, que são aqueles que não possuem um tutor definido, e a diminuição dos acidentes com motocicletas, além de fazer o mapeamento dos animais que receberem o acessório. É muito importante também sensibilizar a população para não retirarem a coleira dos animais, pois ela é uma proteção para eles”, alertou a gestora.
O primeiro órgão a fazer parte do projeto foi a Polícia Rodoviária Federal, que além do trabalho de sensibilização com os motoristas realizados pelos agentes, possui animais comunitários, e uma delas é a cadela Inspetora, que frequenta o local há mais de 10 anos.
A ideia é diminuir os índices de atropelamentos em áreas urbanas e rurais
A agente da PRF, Priscila Ferreira, de 32 anos, avaliou como positivo o projeto que vai ajudar a diminuir os índices de atropelamentos dos animais e dos motociclistas.
“O projeto 'Caminhos Seguros' foi muito bem recebido pela Polícia Rodoviária Federal, pois além do início do período de chuvas e de neblina, que diminue muito a visibilidade dos motoristas nas rodovias, mais segurança é garantida para os animais e os condutores de veículos para não se envolverem nesse tipo de acidente”, disse a agente.
Agente da PRF, Priscila Ferreira, de 32 anos
Uma das participantes do momento de reflexão foi a ativista da causa Suely Carvalho, de 55 anos, que reside no Residencial Macapaba e cuida de 30 animais, sendo 15 deles comunitários.
“A ideia é sensacional, principalmente para os animais comunitários, porque o risco de atropelamento de noite ou em local de baixa visibilidade é muito grande. Agradeço todos os envolvidos nesse projeto”, ressaltou Suelly.
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