sábado, 17 de outubro de 2026

REESTRUTURANDO A SAÚDE!

'Antigamente era desconfortável, mas está melhorando', diz paciente do Hospital da Mulher Mãe Luzia, em Macapá

Lidiane da Conceição teve o pequeno Josef na maternidade, e celebrou as mudanças graduais que viu na unidade.

Alice Palmerim
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Lidiane Pedrada da Conceição e o pequeno Josef, que nasceu na maternidade Mãe Luzia
Lidiane Pedrada da Conceição e o pequeno Josef, que nasceu na maternidade Mãe Luzia · Foto: Aog Rocha

Crédito: Aog Rocha/GEALidiane Pedrada da Conceição e o pequeno Josef, que nasceu na maternidade Mãe LuziaCiente da alta demanda para uma estrutura de 71 anos de existência, o Governo do Amapá vem trabalhando para transformar o Hospital da Mulher Mãe Luzia, em Macapá, em um ambiente digno para receber mães e bebês. O prédio está em reforma, mas já recebeu uma nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal com 32 leitos entre incubadoras e berços aquecidos, essencial para atender prematuros.

Os avanços são significativos e começam a ser percebidos pelas pacientes. Lidiane da Conceição, de 35 anos, é de Afuá, mas mora em Macapá há mais de 30 anos. Ela deu à luz ao terceiro filho no dia 23 de julho na maternidade, voltou para ser atendida e comentou sobre as mudanças que viu.

“Antigamente era desconfortável, mas graças a Deus está melhorando. Até agora o atendimento que estou recebendo está sendo muito bom. Aos poucos o hospital tá mudando. A minha doutora e equipe estão sendo bem atenciosos. Tive meu filho em julho, e hoje estou retornando para continuar um tratamento, mas só tenho que agradecer, especialmente à equipe que me acompanhou na hora do parto", contou Lidiane, com o pequeno Josef nos braços.

Crédito: Gabriel Maciel/SesaMaternidade ganhou nova UTI Neotanal com 32 leitos entre incubadoras e berços aquecidos

Elizandra Lobato, de 29 anos, que deu à luz a primeira filha, Pietra. A moradora do Residencial Macapaba, na Zona Norte de Macapá, também reconhece as mudanças e o esforço para as obras continuarem mesmo com o hospital em funcionamento. 

"As enfermeiras fazem de tudo para me auxiliar no que preciso. Meu atendimento foi normal, chegue aqui no dia 13, e tive a minha filha no dia 19. Sei que está em obras, e já tem a nova UTI, então estou bem satisfeita da forma como estou sendo tratada", relatou Elizandra, mamãe de primeira viagem.

Crédito: Aog Rocha/GEAPietra nos braços da mãe, Elizandra Lobato

O Hospital da Mulher Mãe Luzia faz, em média, 500 partos por mês, atendendo todo o estado, e alguns municípios do Pará. De acordo com a maternidade, 10% das mulheres que dão entrada são de Afuá, Breves, Chaves e Almeirim.

"A população precisa conhecer como é feito o atendimento dentro da maternidade. Algumas pessoas se surpreendem positivamente quando chegam aqui. Nós estamos acompanhando e ficamos felizes com a evolução da estrutura, da qualidade nos atendimentos, além da oferta gratuita dos testes como pezinho, orelhinha e olhinho", destacou a enfermeira Denise Malheiros, de 42 anos, que trabalha há três no Acolhimento com classificação de Risco.

Crédito: Aog Rocha/GEA Denise Malheiros, de 42 anos, trabalha há três anos no Acolhimento com classificação de Risco

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