Às vésperas do torneio, as equipes intensificaram os treinos para a competição
Os alunos compõem quatro equipes e são das escolas estaduais José do Patrocínio, em Fazendinha, Professora Maria Meriam dos Santos, no bairro Novo Horizonte, Raimunda Virgolino, no bairro Pedrinhas, Antônio Messias, no bairro Zerão, Everaldo Vasconcelos, em Santana, e Elizabeth Esteves, em Santana. Às vésperas do torneio, as equipes intensificaram os treinos para a competição.
“Os alunos montam a programação nos computadores, depois passam para os protótipos para testar se a programação consegue concluir todas as etapas. Em caso de erros, tentam corrigir. O trabalho é exaustivo, mas visa um bom resultado”, destacou coordenadora da equipe de robótica, Dayse Queiros.
Na categoria “Viagem ao Centro da Terra”, de forma autônoma o robô deve seguir até o centro da espiral, onde deverá capturar um objeto, e depois retornar com o objeto para a posição de partida.
Em 2015, o Amapá ganhou na etapa nacional na modalidade sumô, garantindo participação na etapa internacional. A meta este ano é classificar duas equipes para a etapa internacional, que deverá ser disputada em 2017.
“Estamos confiantes em um bom resultado. Temos equipes muito preparadas na parte técnica, apesar do número limitado de robôs”, comentou a diretora do Centro.
O TJR é um evento gratuito, de abrangência nacional, que ocorre desde 2009, para difusão da robótica no ambiente escolar da Educação Básica até a Educação Superior.
A competição tem vários desafios planejados para o estudo e desenvolvimento da robótica, à disposição para aqueles que queiram participar, sendo que a inscrição de uma equipe num desafio não impede as inscrições nos demais.
Amapá na disputaAlém da categoria “Viagem ao Centro da Terra”, o Amapá disputa também nas categorias “Cabo de Guerra”, “Resgate de Alto Risco no Plano” e “Sumô”.
No Cabo de Guerra, o robô deve, dentro da área disponível da plataforma circular que ocupa, encontrar uma maneira de deslocar o oponente, através da corda, para conseguir fazê-lo cair para fora da outra plataforma circular, onde esse outro robô deve estar no início da contenda.
Já o Resgate de Alto Risco no Plano é uma classe de desafios em que os robôs têm de percorrer, neste caso de maneira autônoma, as linhas que definem o caminho e buscar nos ambientes a serem explorados os objetos alvos que deverão ser recolocados nos respectivos lugares de destino.
No Sumô, o robô deve, de forma autônoma, dentro da área disponível da arena, encontrar o oponente e levá-lo a sair da arena.
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