sábado, 17 de outubro de 2026

SAMBA NO MEIO DO MUNDO

Escolas de samba Boêmios do Laguinho, Maracatu e Piratas da Batucada agitam segunda noite do Festival Equinócio 2024

Agremiações se apresentaram no Sambódromo de Macapá com apoio do Governo do Estado. Evento segue neste domingo, 22.

Redação
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Evento reuniu turistas e torcedores de diversas agremiações
Evento reuniu turistas e torcedores de diversas agremiações · Foto: Jhon Martins

Por Wallace Fonseca

Crédito: Jhon Martins/GEAEvento reuniu turistas e torcedores de diversas agremiações

A folia tomou conta do corredor do meio do mundo durante a segunda noite do Festival Equinócio 2024, promovido pelo Governo do Estado. As tradicionais escolas de samba Boêmios do Laguinho, Maracatu da Favela e Piratas da Batucada agitaram o Sambódromo de Macapá no sábado, 21, com muita música, dança e cultura, em uma celebração que também reúne feiras gastronômicas e de artesanato.

Coordenado pela Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o evento conta com emenda do senador, Randolfe Rodrigues, do deputado estadual, Rodolfo Vale, e segue neste domingo, 22.

Crédito: Jhon Martins/GEABoêmios do Laguinho foi a primeira escola de samba a se apresentar

Abrindo a noite de folia, a Universidade de Samba Boêmios do Laguinho contou com aproximadamente 40 artistas, entre intérpretes, músicos e ritmistas. O intérprete Aureliano Neto, de 65 anos, reforçou a importância da noite de música e destacou que ele e os demais sambistas estão felizes pela divulgação de seus trabalhos.

“A gente está aqui também representando as escolas de samba que não participaram. É um esquenta para o carnaval de 2025 e estamos muito felizes com esse momento”, afirmou Neto.

Crédito: Wallace FonsecaIntérprete da Boêmios do Laguinho, Aureliano Neto, de 65 anos

Em seguida, a Grêmio Recreativo Escola de Samba Maracatu da Favela, também conhecida como a tradicional “rosa e verde”, tomou o palco do corredor do meio do mundo

“É nossa cultura que está sendo distribuída para o povo amapaense, as escolas de samba não poderiam ficar de fora do Festival Equinócio, pois a festa tem que ser feita o ano inteiro”, afirmou a porta-bandeira da Maracatu da Favela, Adelia Gonçalves, de 30 anos.

Crédito: Jhon Martins/GEAPorta-bandeira da Maracatu da Favela, Adelia Gonçalves, de 30 anos

Aproveitando a noite de festa para conhecer mais da cultura amapaense, a família Lopes Saab, de Ponta Grossa (PR), prestigiou o evento.

“Está sendo surpreendente, viemos conhecer o Festival do Equinócio, mas eu não imaginava tanta estrutura, faz a gente querer voltar aqui para o carnaval do próximo ano”, falou a professora Márcia, de 63 anos.

Crédito: Jhon Martins/GEAProfessora Márcia Saab, de 63 anos, acompanhada de sua família

Finalizando a noite carnavalesca, a Associação Recreativa e Cultural Escola de Samba Piratas da Batucada, popularmente chamada de “Piratão”, fechou as apresentações das agremiações no corredor do meio do mundo.

“Participar do Festival Equinócio fortalece a comunidade e as escolas de samba do Amapá, além de demonstrar a importância dessa festividade para a cultura amapaense”, concluiu o presidente da associação, Alex Pereira, de 44 anos.

Crédito: Jhon Martins/GEAPresidente da Piratas da Batucada Alex Pereira, de 44 anos

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